Inovacao


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O ano de 2011 já começou cheio de expectativas e promessas de crescimento. Para aqueles que desejam saber quais as profissões estarão em alta neste novo ano e quais as áreas estarão investindo mais em contratações, a revista Época Negócios mostra os setores promissores que estão carentes em mão de obra e as características dos profissionais de sucesso. Fique atento, as áreas de inovação e tecnologia estão no topo.

 

Clique aqui e veja matéria completa.

Extraído do site Pequenas Empresas Grandes Negócios

1) IDEIA

Em primeiro lugar, a Lei de Propriedade Industrial (LPI) exclui de proteção como invenção e como modelo de utilidade uma série de ações, criações, ideias, atividades intelectuais, descobertas científicas, métodos ou inventos que não possam ser industrializados, tais como:

– Técnicas cirúrgicas ou terapêuticas aplicadas sobre o corpo humano;
– Planos, esquemas ou técnicas comerciais de cálculos, de financiamento, de crédito, de sorteio, de especulação e propaganda;
– Planos de assistência médica, de seguros, esquema de descontos em lojas e também os métodos de ensino, plantas de arquitetura, obras de arte, músicas, livros e filmes, assim como apresentações de informações, tais como cartazes e etiquetas com o retrato do dono;
– Ideias abstratas, descobertas científicas, métodos matemáticos ou inventos que não possam ser industrializados.

2) CUSTO

Nas solicitações de Patente de Invenção (PI) ou Modelo de Utilidade (MU), a taxa de depósito para pessoas naturais; microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas assim definidas em lei; instituições de ensino e pesquisa; entidades sem fins lucrativos, órgãos públicos e Microempreendedor Individual (RETRIBUIÇÃO 2) é de R$ 80 (código 200). Para pessoas jurídicas (RETRIBUIÇÃO 1), o valor é de R$ 200 (código 200).

O pedido de exame de PI para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2 é de R$ 200 (código 203) com até 10 reivindicações. Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 500 (código 203). O PRAZO PARA PEDIR O EXAME É DE ATÉ 36 MESES CONTADOS DA DATA DE DEPÓSITO.

O pedido de exame de MU para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2 é de R$ 128 (código 204). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 320 (código 204). O PRAZO PARA PEDIR O EXAME É DE ATÉ 36 MESES CONTADOS DA DATA DE DEPÓSITO.

A anuidade de pedido de PI no prazo ordinário, no SEGUNDO ANIVERSÁRIO DE DEPÓSITO, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, é de R$ 100 (código 220). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 250 (código 220). No prazo extraordinário, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, o valor é de R$ 200 (código 221). Para pessoas jurídicas, o custo é de R$ 500 (código 221).

A anuidade de pedido de MU no prazo ordinário, no SEGUNDO ANIVERSÁRIO DE DEPÓSITO, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, é de R$ 70 (código 240). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 170 (código 240). No prazo extraordinário, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, o valor é de R$ 135 (código 241). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 340 (código 241).

A anuidade continua sendo paga, com outros valores, até o fim da validade da patente.

Para mais informações, favor observar a Tabela de Retribuição de Serviços da Diretoria de Patentes, localizada dentro da opção “Patentes”, “O que é patente?”, “Custos Básicos”, no canto esquerdo de sua tela na página principal do INPI na Internet.
3) PESSOA FÍSICA

O próprio interessado, pessoa física ou não, pode depositar um pedido de patente junto ao INPI. Para tanto, é fundamental que se observe os Atos Normativos, em especial o Ato Normativo 127/97, que pode ser facilmente localizado dentro do Portal do INPI na opção “Patentes”, “Legislação Patente” . Aconselha-se ainda a análise da Lei da Propriedade Industrial – Lei nº 9.279/96.

Nossos serviços são pagos mediante retribuições que são efetuadas com a retirada da “Guia de Recolhimento da União”, que se encontra no Portal do INPI dentro do item “Serviços”, “Acesso ao sistema de Guia de Recolhimento da União”. Basta somente que o usuário cadastre-se, gerando senha e login para a retirada da guia que poderá ser paga em qualquer agência bancária. No Portal do INPI, você também encontra a documentação necessária.

O pedido pode ser feito na sede do Instituto, no Rio de Janeiro, ou na representação da Autarquia nas outras capitais do Brasil.

4) PRAZO

O tempo entre o depósito de um pedido de patentes e a concessão do privilégio está levando, em média, 9,3 anos. No entanto, lembre-se que o depositante ou qualquer interessado tem até 3 anos para pedir o exame do seu pedido de patente. Antes dess pedido de exame o INPI não poderá examinar o referido pedido.

Hoje, em média, tem-se levado 2,5 anos para os depositantes solicitarem o exame de seus pedidos. Nesse caso, o tempo real de exame seria de 6,8 anos entre o pedido de exame e concessão da carta patente.

O INPI ainda considera esse prazo grande. Por isso, o Instituto pretende, com as medidas internas que estão sendo implantadas, reduzir o prazo de 9,3 anos para 6 anos, em um primeiro momento. Essas medidas incluem, por exemplo, o processamento eletrônico de patentes e, posteriormente, o depósito via internet, como feito hoje na área de marcas.

A revista Exame publicou uma lista feita pelo INPI com as companhias que mais depositaram pedidos de patentes entre 2005 e 2009.

Clique aqui e veja a lista.

Claudio Henrique de Castro escreveu para o site Sobre Administração algumas dicas para criar uma cultura inovadora nas empresas. Castro é formado em Administração com ênfase em comércio exterior e pós-graduando em Finança Empresarial pela faculdade Pitágoras. É empresário do ramo de alimentos e eventos, escreve sobre o desafio e a satisfação de gerir uma pequena empresa. É editor do blog http://www.papoempresario.blogspot.com

 

As pequenas empresas são consideradas as maiores geradoras de empregos e uma das maiores geradoras de inovação no nosso mercado. Porém, quem cuida de uma pequena empresa sabe o quão complicado é conseguir tempo e recursos para moldar uma cultura de inovação, tendo que lidar com restrições tradicionais, como a de caixa e pessoal. Então, eu pergunto: como pode as pequenas empresas conseguirem implementar tantas inovações?

A resposta está na facilidade em moldar seus processos e sua cultura inovadora, por conta do seu tamanho e flexibilidade, mesmo com as dificuldades encontradas. Nas grandes empresas esta dificuldade é ainda maior, sendo que são poucas as grandes empresas reconhecidas por sua força inovadora, como a 3M, por exemplo.

Muitas das grandes empresas têm dificuldade em lidar com o seu gigantismo, uma vez que é muito mais fácil catequizar 12 funcionários do que 12 mil. Desta forma, se a pequena empresa conseguir se desenvolver, desde o início de suas atividades, com esta cultura, mesmo quando ela tiver seus 12 mil funcionários, tal cultura já estará no DNA da empresa e de seus colaboradores.

Assim vou deixar algumas dicas para que você consiga criar uma cultura inovadora em sua empresa:

Permita e incentive seus funcionários a resolverem problemas: Mais importante do que identificar os problemas é garantir que seus funcionários tenham a autonomia e a iniciativa para resolvê-los. Quando um funcionário vem até você apresentando um novo problema, é muito importante que você faça a seguinte pergunta: “Como podemos resolver este problema?”.

A experiência de seus funcionários será fundamental para uma solução eficiente dos problemas que surgem dentro da empresa. Esta prática de incentivo à solução dos problemas por parte dos colaboradores cria uma cultura onde os mesmos sempre procurarão resolver os problemas o quanto antes, evitando danos maiores.

Traga seus principais clientes para conhecer o interior de sua empresa: Já discutimos sobre como identificar seus principais clientes, e agora é hora de levá-los para conhecer partes do seu processo de produção. Esta prática ainda pouco comum, permitirá que os seus melhores clientes dêem sugestões a respeito de possíveis melhorias em seus produtos, coisas que poderiam ser implementadas, outras que deveriam ser modificadas etc. Esta, sem dúvidas, é uma forma diferente de prestigiar seus clientes e ainda obter um feedback direto sobre seu produto/serviço.

Permita que seus funcionários aprendam mais de uma função na empresa: Mais importante que ter gerentes polivalentes com múltiplas competências é ter a cultura de desenvolver funcionários que conheçam os principais métodos e processos da empresa. De tempos em tempos leve funcionários para conhecer e vivenciar diferentes partes da empresa e crie uma cultura de diálogo entre eles. A experiência repassada pelos colaboradores antigos e a vivência em todas as áreas da empresa tornará sua equipe ainda mais forte.

Permita que seus funcionários mudem: É importante que seus funcionários possam desenvolver o ambiente de trabalho que melhor se adapta a eles. Lógico que é importante ter um padrão, mas devemos customizá-los o máximo possível para uma experiência satisfatória para os colaboradores, assim como é importante permitir que os colaboradores possam tirar um tempo para seus projetos pessoais dentro da empresa. Incentivar seus funcionário a criar novas idéias é a principal arma para o aparecimento de intraempreendedores.

Um dos pensadores econômicos mais conceituados da atualidade, o professor indiano Vijay Govindarajan acredita que, hoje, a inovação acontece primeiro em países emergentes como Brasil, Índia e China. Em entrevista para a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Vijay diz que a nova dinâ­mica gera oportunidades para pequenas e médias empresas.

O que é inovação reversa?
Historicamente, as potências investiam em inovação e produziam internamente, para depois exportar aos países em desenvolvimento. Esse processo, difundido na década de 1990, foi denominado glocalização. O termo significa pensar globalmente e atuar localmente. Inovação reversa significa o oposto. É fomentar a inovação em países como China, Índia e Brasil, para depois levá-la aos países ricos.

Os emergentes têm tecnologia para criar bens de consumo competitivos no mercado internacional?
As economias emergentes têm um longo caminho a percorrer. Mas isso não quer dizer que não podem ser competitivas.

Como as pequenas e médias empresas brasileiras podem aproveitar a inovação reversa?
Elas não podem ter medo de arriscar e competir com as multinacionais. O momento é excelente para pequenas e médias empresas porque elas conhecem a fundo o consumidor do país. Como entendem seus hábitos, podem suprir os anseios dos consumidores.

É difícil para empresas menores criarem um ambiente propício para a inovação?
Não. Essas empresas têm todas as ferramentas. São flexíveis, ágeis e empreendedoras, qualidades essenciais para inovar.

Qual a principal barreira para a difusão da inovação reversa?
É preciso promover uma mudança de mentalidade nas companhias que dominam o mercado econômico mundial. A produção da maioria das multinacionais ainda está voltada para indivíduos de alta renda. É preciso atender também pessoas pobres em países pobres, um mercado em potencial que está marginalizado.

Como os empreendedores brasileiros podem competir com Índia, China e Rússia?
O grande desafio é exportar bens de maior valor agregado. É importante também que os integrantes do BRIC (grupo de países emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia e China) se enxerguem como parceiros, e não adversários. O mercado não é restrito. Existe espaço para todos, desde que haja competência. Quando esses países se unem e fazem acordos, um supre a deficiência do outro.

Quais os setores em que os empreendedores brasileiros podem encontrar boas oportunidades?
A meu ver, os empresários brasileiros devem investir nos setores de saúde e educação, áreas deficitárias e nas quais o governo não mostra eficiência. Além disso, educação é fundamental para o crescimento do país. É desanimador constatar que muitas vagas em cargos estratégicos não são preenchidas porque falta mão de obra qualificada.

A Época Negócios publicou essa matéria bem interessante com o publicitário, presidente do grupo ABC, falando sobre a importância da inovação no crescimento das empresas.

 

 

 

O publicitário encerrou os debates do Fórum de Empreendedores, realizado em Campos do Jordão. Durante sua apresentação, falou que o Brasil tem bom gestores, mas ainda peca no quesito inovação. “E sem inovação, não vamos chegar lá. Se continuarmos a fazer as coisas da mesma maneira velha, não vamos nos tornar mais competitivos”, afirma.

Numa apresentação na qual esbanjou suas boas frases, Nizan disse que “o empreendedor é um sonhador disciplinado”, que sai sempre de sua zona de conforto para fazer o negócio crescer. No entanto, é preciso saber qual é a sua vocação. Citando o período em que ficou fora do mundo publicitário e comandou o iG, Guanaes afirmou que inovar é diferente de inventar.

Aos empresários presentes no Fórum, o publicitário apresentou a Endeavor, grupo mundial que trabalha para a evolução do empreendedorismo no mundo todo. No Brasil, fazem parte do conselho do instituto, nomões como Beto Sicupira, Jorge Paulo Leman, Marcel Telles e Pedro Passos. Em vez de dinheiro, esses empresários bem-sucedidos oferecem seu tempo aos novos empreendedores, aconselhando e ajudando nas decisões.

Alertando para o bom momento do país, o presidente do Grupo ABC disse que tem investido seu tempo em ser um embaixador do Brasil, viajando o mundo todo para apresentar o potencial do país. “O Brasil é um país novo rico. Tem bala, mas não conhece ninguém”, disse. O publicitário acredita que todos os empresários brasileiros deveriam seguir seu exemplo e também se esforçar para divulgar o país lá fora. “Quando a maré sobe, todos os barcos sobem junto”, disse Nizan.

Nizan Guanaes também falou de sua carreira e de tudo que fez até chegar ao grupo ABC, que hoje vale R$ 1 bilhão. O empresário garante que não tem planos de vender a empresa. Pelo contrário, quer torná-la a décima maior empresa de comunicação e marketing do mundo.
O publicitário acredita que saber aonde quer chegar é fundamental para o empreendedor dar o primeiro passo. “A vida é igual a um campo de aeroporto: é do nada para o nada. Só faz sentido se voar”.

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