Em ótima matéria da HSM.br, Guilherme Pizzini fala sobre as práticas que garantem o sucesso de projetos voltados à web. Confira!

Integridade e comprometimento bem como o empenho na busca por inovações e aprendizado são características conhecidas e valorizadas em profissionais da geração Y.

A objetividade e a busca por uma rápida ascenção profissional, nem sempre, faz com que estes profissionais tenham belas histórias. Além de uma boa ideia, é fundamental aliar todas as características da geração Y ao bom planejamento.

A tecnologia e o vasto acesso à informação são ferramentas acessíveis e comuns para a atuação deste profissional. Entretanto, por hábito, eles acabam colocando em prática suas ideias inovadoras e deixam de lado o fator planejamento. Exemplo disso são empresas que, quando começam a ter lucro, se “empolgam” com os investimentos em publicidade e, em pouco tempo, acabam tendo problemas financeiros.

A falta de experiência no dia a dia do negócio ou mesmo a ansiedade em conquistar resultados e atingir o rápido crescimento podem diagnosticar esta lacuna. É preciso pontuar que sucesso e ascensão profissional somente serão alcançados quando combinados as características da geração Y. Existem alguns conceitos que não perdem a validade, tais como planejamento, estudo de mercado, entendimento de oportunidades e ameaças, estratégias de ação e velocidade em contornar problemas etc.

Essa combinação facilita a atração de oportunidades e a retração de ameaças. Já a falta disso faz com que as empresas acabem consumindo seus recursos de forma errada. Em entrevista ao Portal HSM, Guilherme Pizzini fala sobre as práticas que garantem o sucesso de projetos voltados à web. Confira!

Portal HSM: O que esta geração tem a oferecer?
Guilherme Pizzini:
Qualificação acadêmica, em alguns casos, acaba compensando a falta de experiência, entretando, não é o suficiente para conduzir o crescimento. O ideal é unir as duas coisas. Se o empreendedor não tem qualificação acadêmica condizente com o seu negócio, é importante que ele procure estudar o máximo possível sobre aquele mercado, com base em cases de sucesso e até mesmo em erros já cometidos por outros empreendedores. Assim, aproveitar as características positivas que a geração Y possui, aplicando os conceitos que, sabidamente, funcionam podem aferir a novos negócios sucesso sustentado.

A mensagem que muitas vezes fica é que basta ser jovem, motivado e ter uma ótima ideia. Mas a prática nos mostra que é fundamental unir tudo isso a uma boa gestão, embasada em conceitos já citados aqui, como planejamento, base acadêmica, práticas de mercado e, principalmente, muito trabalho.

Portal HSM: Como converge internet, gestão jovem e ideias inspiradoras nos dias atuais?
Guilherme Pizzini:
A internet, por ser um ambiente de fácil acesso e informações praticamente ilimitadas, contribue para que as ideias, independentemente se advindas de pessoas da geração Y ou não, sejam colocadas em prática. Talvez a diferença esteja no fato de que as pessoas da geração Y se empenham muito em transformar ideias em realidade. Isso faz com que esses dois pontos funcionem com grande sinergia em uma gestão jovem, que necessariamente está atenta as novas tendências e se adapta com grande velocidade aos novos ambientes e mudanças de cenário.

Portal HSM: De que modo ideia, espaço e planejamento de projetos web devem acontecer em um projeto web e quais são as principais dicas em cada processo?
Guilherme Pizzini:
Ideia, espaço e planejamento são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto. Uma grande ideia só resultará em sucesso se houver um excelente planejamento. Este, por sua vez deve prever ou antever algumas situações, como a identificação de oportunidades e ameaças, a necessidade de contratação de pessoas e o mapeamento do mercado de atuação. Mas, independente de nossa ansiedade ou vontade de ver tudo acontecendo de maneira rápida e sem erros, tudo passa por uma curva de aprendizado.O tempo em que identificamos cada detalhe a ser corrigido ou cada ponto positivo identificado deverá ser potencializado.

Portal HSM: Quais foram as principais mudanças diagnosticadas no site olho no click após seu lançamento?
Guilherme Pizzini:
Do início do projeto ao lançamento e até os dias atuais, muitas mudanças ocorreram e nem sempre foram perceptíveis aos clientes ou por pessoas de fora da empresa. Isso porque sabemos que o interesse pelos produtos muda, assim como os horários em que as pessoas pretendem participar de nossos leilões. Além disso, para interagir com empresas com modelos de negócio diferentes, consolidadas ou não em seus mercados, é preciso adequar a forma de atendê-los para produzir ações de grande sucesso.

Guilherme Pizzini é Diretor e sócio fundador do Olho no Click, portal de leilão virtual, responsável atualmente por mais de quatro mil produtos leiloados na internet e 400 mil usuários cadastrados. www.olhonoclick.com.br

 

Anúncios

O site do Instituto Nacional de Empreendedorismo e Inovação é uma ótima fonte de informação para os empreendedores. Notícias, artigos e eventos sobre o tema para manter os profissionais da área sempre na vanguarda dos acontecimentos.

Confira em http://www.inei.org.br

 

O site Resultson publicou uma ótima dica para quem precisa de investimento para alavancar uma ideia e também para empresários que querem investir em uma startup. A AngelList é uma comunidade que visa facilitar a comunicação entre empreendedores que estão em busca de investimento e investidores que estão à procura de bons projetos para financiar. O site, que possui um layout bastante simplilficado e fácil de utilizar, é um canal que permite aos participantes estreitar os laços entre empresários e startups. Cada participante possui um perfil pessoal que mostra suas informações profissionais e os interesses de fazer parte da rede. Com isso, é possível realizar buscas no mercado que deseja atuar e localizar pessoas que são referências no assunto, tanto para quem empreende como para quem deseja investir em determinada ideia. O serviço é free (dá para fazer o login pelo Facebook ou Twitter) e pode ser uma boa oportunidade de expor seu plano de negócio para o mundo e estar em contato com investidores internacionais. Para se inscrever, é só clicar aqui.

Dicas de Ana Cristina Chaer Dib Netto do site Portal do Empreendedor

 

Participar de feiras é uma ótima forma de se atualizar sobre as novidades do setor e construir uma rede de relacionamentos. Porém, para aproveitar ao máximo o evento é preciso deixar a timidez de lado, além de ter organização e foco. O site da revista americanaEntrepreneur preparou uma lista com dicas interessantes sobre o tema. Confira abaixo:

Vá com uma roupa confortável: cuidar da imagem é importante, mas lembre-se de que geralmente a programação dura o dia inteiro. Você passará muito tempo sentado ou em pé e nada pior do que uma calça apertada ou um sapato desconfortável para deixá-lo impaciente e sem disposição para aproveitar o evento.

Use a hora do almoço para conhecer pessoas novas: em vez de se sentar com gente conhecida, procure almoçar com quem não faz parte do seu círculo de amigos e puxe assunto. Em uma conversa descontraída é possível encontrar pessoas com interesses próximos ao seu. Só fique atento para não ser inoportuno e falar sem limites sobre negócios.

Verifique com antecedência as palestras a que deseja assistir: feiras grandes costumam ter seminários e workshops com especialistas de renome do setor. Em muitos casos, o número de credenciais é limitado. Por isso, quanto mais você se organizar, maiores as chances de conseguir ver as palestras mais cotadas.

Tenha bom senso: Feiras são muito propícias para fazer networking. Os participantes têm objetivos parecidos, o que facilita fazer contatos. Porém, as trocas de cartões não devem ser feitas durante palestra ou exposição. Também não é aconselhável tentar vender produtos ou serviços durante o networking.

Mantenha contato: se você apenas guardar na gaveta os cartões que trocou durante a feira e não cultivar a troca, a experiência terá sido em vão.  Encontre maneiras de  aumentar efetivamente sua rede de relacionamentos. Sugira ideias pelo Twitter, participe de grupos de discussão e envie artigos para as pessoas que conheceu no local.

 

Daniela Khauaja especialista em marketing pela Western International University de Londres e coordenadora da área de marketing de pós-graduação da ESPM dá dica de leitura para os empreendedores no portal Exame.com.

Sem a intenção de fazer uma lista extensa de livros de marketing, vou indicar alguns que podem ser úteis para empreendedores. Ao elaborar uma lista de livros de marketing não é possível deixar de mencionar o maior autor da área nos últimos 40 anos: Philip Kotler. O livro Administração de Marketing é considerado a “bíblia” do assunto. A última edição traduzida não é tão recente, foi lançada em 2006.

Nos Estados Unidos já existe uma nova versão. Por isso, talvez valha a pena aguardar a tradução ou ler o mais recente Marketing 3.0, que trata da transformação do marketing à medida que os consumidores se tornam mais colaborativos, culturais e espirituais. Embora não tenha novos conceitos, a abordagem do livro é atual e reforça as tendências discutidas na semana passada.

Alguns livros são interessantes para estudar o tema com profundidade: Marketing Estratégico, de Cravens e Piercy, Estratégia de Marketing, de Ferrel e Hartline, e “Marketing Contemporâneo, de Boone e Kurtz. Os três livros também contam exemplos de empresas estrangeiras de pequeno e médio porte além das gigantes Apple, Procter & Gamble e Starbucks.

Se você busca maior foco no setor de serviços, recomendo os livros Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados, de Lovelock e Wirtz, e Princípios de marketing de serviços, de Hofman, Bateson, Ikeda e Campomar. Se o seu interesse é o marketing voltado para empresas (conhecido como BTB), um clássico é o livro de Hutt e Speh: Gestão de marketing em mercados industriais.

Apesar de serem estrangeiros quase todos os livros de marketing têm sido adaptados na tradução, ou seja, são incluídos exemplos e casos de empresas brasileiras mais próximas de nossa realidade. Recomendo sempre buscar edições recentes, pois embora os conceitos não mudem tão rapidamente a leitura fica muito mais rica se o texto for recheado com exemplos atuais.

Uma característica dos títulos é ter muitas páginas. Por isso, são usados como livros de consulta. Se o objetivo for elaborar um plano de marketing, sugiro buscar livros que explicitem cada etapa, como O plano de marketing, de Westwood, e Planos de marketing, de McDonald. Boa leitura!

Ótimo post de Christian Barbosa no blog da HSM Management.

 

Já falei da importância de se ter uma lista do que não deve ser feito em diversos artigos e posts. No livro Mais Tempo Mais Dinheiro, dedicamos um capítulo inteiro a esse tema.

Na última ExpoManagement o Jim Collins, considerado o sucessor de Peter Drucker, falou que todos os CEOs deveriam ter essa lista de coisas a serem eliminadas do seu tempo.

 

Para um empreendedor/diretor ter isso muito claro é vital. Aproveitando que o ano está começando, selecionei alguns itens que poderiam ser pensados para compor essa lista:

1 – Atividades operacionais: Se você fica o tempo todo em atividades operacionais, você trabalha “NO” negócio e não “O” negócio de forma mais ampla. Talvez esse modele esteja impedindo a empresa de crescer, de descentralizar decisões ou até de permitir que você tenha mais tempo para sua vida.

Como sugestão, se você usar o Neotriad ou o MS Outlook, pode classificar essas tarefas como circunstanciais ou colocar uma categoria específica. Depois, analise sempre a semana anterior, para ter uma clareza do que anda acontecendo.

2 – Reuniões sem objetivo definido: Quantas reuniões participamos por conveniência ou porque simplesmente não queremos dizer não? Eu só tenho agendado reuniões que tenham um resultado claro para mim, todas as outras eu corto ou mudo o meio (Skype ao invés de presencial).

3 – Pular de ideia em ideia: Empreendedor parece que tem adrenalina em excesso, já reparou? Muitos são tão frenéticos no dia-a-dia, que ao primeiro sinal de uma ideia, já largam tudo e saem fazendo. No final, muito tempo perdido e pouco resultado prático. Seja mais seletivo, saiba diferenciar oportunidades de perdas de tempo.

4 – Controlar o horário da equipe: Se você tem essa mania de controlar se seu assistente chegou às 8h ou 8h10, fique sócio da Dimep, que é uma indústria de relógios de ponto! Controle resultados, projetos, entregas e não horários de forma minuciosa. Cada vez mais o horário será coisa do passado. Com trânsito, enchentes, internet, precisamos ser flexíveis. Se a pessoa funciona melhor chegando às 10h e saindo às 20h, porque não ser mais flexível?

5 – Adiar férias: Relaxar é um item que precisa ser priorizado e não deixado de lado! Trabalhar freneticamente, sem pausas, mata sua produtividade, sua criatividade e deixa você mais chato. Tire férias curtas (3 a 5 dias) e várias vezes ao ano, o resultado é melhor.

6 – Atender alguns clientes: Se o cliente não gera lucro (não disse faturamento), não gera resultados, não ajuda a equipe e tira sua paz, talvez esse cliente não seja um cliente para você. Corta, cancela o contrato, nem pensa muito.

E você, o que acha que precisa parar de fazer para sua empresa e/ou sua vida começar a evoluir?

 

 

Steve Blank, professor e autor, em ótimo vídeo sobre o que faz um empreendedor ter sucesso.

Você pode ver o vídeo clicando aqui.