Ótima matéria de Kátia Arim, da INFO Exame, sobre o uso das redes sociais nas corporações e sua vasta utilidade nas empresas.

Os negócios devem tornar-se sociais ou ficarão para trás. Esta análise do Gartner pretende orientar líderes de TI e executivos nesta crítica e excitante mudança. Processos orientados ao social estão transformando abordagens corporativas tradicionais. Tecnologias sociais permitem que as pessoas se conectem, interajam e se reúnam com facilidade e velocidade inéditas, embora ainda haja uma confusão relacionada ao valor da entrega de tecnologias sociais. Companhias e líderes de TI perspicazes não estão satisfeitos assistindo do lado de fora a essa mudança. Eles estão aprendendo sobre essa tendência social e sobre como seria possível explorar as possibilidades que as novas dinâmicas de relacionamento prometem.

Tendências centrais

Os artefatos que os usuários suprimem nas redes sociais oferecem um excelente insight. Já que as redes sociais se tornaram virais e terão mais de um bilhão de usuários em 2012, as empresas deveriam escavar esses dados para descobrir inteligências progressivas. O entusiasmo do usuário pode ser canalizado para áreas como inovação, geração de demanda, marketing, distribuição e serviço ao cliente.

Fornecedores de aplicações corporativas estão integrando ferramentas sociais aos seus produtos e a linha divisória entre ferramentas transacionais e ambientes sociais está desaparecendo. Embora a oportunidade de negócio esteja orientando algumas atividades e investimentos no social, o medo e a incerteza causam a inação ou, pior, uma tentativa de impedir o acesso do funcionário às redes sociais. Políticas prudentes e disciplina são necessárias agora, conforme as empresas posicionam suas apostas em um ambiente radicalmente distinto.

Soluções sociais são relevantes para funções corporativas além de marketing e serviço ao cliente. Há casos de uso de mídias sociais em diversas funções corporativas, tanto internas como externas.

À procura de inteligência social

As pessoas, por si próprias, estão se movimentando massivamente (cerca de 600 milhões) para tirar proveito das novas ferramentas sociais. Observe os bilhões de tuítes e adesões a redes sociais, assim como a explosão de blogs e visitas ao YouTube. Existem milhões de terabytes de dados na internet (cinco petapytes são adicionados diariamente) que refletem a atitudes, as intenções e as influências tanto de empresas como de consumidores. O acúmulo dessas conversas, comentários, avaliações e classificações estão sendo chamados por alguns de “inteligência social”. A natureza híbrida dos artefatos de dados, da rica mídia desestruturada, dificulta a exploração desse material, mas não a torna impossível. A organização de TI tem um desafio em mãos. Como oferecer liderança em reunião de inteligência e outros esforços para integrar essas atividades coletivas nos processos corporativos?

Pesquisas recentes sobre a procura de inteligência corporativa:

Permitir que o negócio funcione “socialmente”

Assim como a internet gerou um impacto disruptivo nos processos e modelos corporativos das organizações no começo da década, hoje as redes sociais estão alterando a forma como um negócio é conduzido.

As organizações precisam de uma estratégia que lhes permita capitalizar as dinâmicas de relacionamento das criadas pelas redes sociais. É a habilidade da mídia social de permitir uma rápida colaboração em massa que difere das gerações de tecnologia anteriores. A mídia social está introduzindo uma nova era de transparência e permitindo que apareçam estruturas sociais latentes. As redes sociais tem o poder de entregar uma nova categoria de informação baseada nas interações sociais. Esta informação pode ser usada para informar processos operacionais, facilitar o comprometimento dos funcionários, consumidores e parceiros corporativos, assim como criar oportunidades de negócio inovadoras.

Abrindo caminho às tecnologias

Tecnologias sociais estão evoluindo rapidamente e são entregues em várias configurações. Algumas soluções são oferecidas como soluções independentes, outras como elementos de suítes de colaboração social, e muitas estão disponíveis gratuitamente na nuvem. Fornecedores tradicionais de software estão integrando capacidades sociais às aplicações corporativas, como gerenciamento de relação com o cliente e gerenciamento de recursos humanos. Com o tempo, as fronteiras entre aplicações sociais e colaborativas e aplicações corporativas desaparecerá, e as atividades transacionais serão avolumadas por capacidades sociais. Estar preparado para essa transição requer que líderes corporativos e de TI considerem a totalidade das responsabilidades e atividades de um funcionário quando for planejar e priorizar investimentos em aplicações corporativas. Isso representa um significativo afastamento das práticas atuais, segundo as quais somente a função específica do empregado é considerada quando se avaliam necessidades de aplicações.

Tecnologias subjacentes estão escondidas nas ferramentas sociais. Os usuários de soluções publicamente disponíveis como Facebook ou Twitter, assim como usuários de soluções corporativas construídas com ferramentas como IBM Lotus Connections ou NewsGator, se preocupam com a tecnologia usada nas redes sociais tanto quanto se preocupam com a tecnologia usada para fazer o sistema de freio do seu carro funcionar. Os detalhes técnicos estão sendo rapidamente encobertos. O objetivo dos automóveis é o transporte. O objetivo das ferramentas sociais é conectar, relacionar e ser compreendida. Para os usuários, o importante é entender o que é possível e como usar diversos serviços e, principalmente, garantir que isso possa ser feito a partir de um smartphone.

Fundações

Apesar de um vasto número de executivos e líderes de TI use redes sociais e mídia social para uso pessoal, muitas empresas estão sofrendo para determinar a abordagem correta e o momento adequado para implantar soluções sociais corporativas. O mercado para tecnologias sociais está se expandindo rapidamente e evoluindo enquanto fornecedores tentam capitalizar investimentos corporativos, e essa atividade alimenta a tendência. Na maioria das empresas, há pouca coordenação de iniciativas sociais. Embora seja apropriado evitar a urgência para centralizar e controlar todos os elementos sociais há riscos associados com abordagens não gerenciadas. Para otimizar investimentos, competências e resultados, é essencial que as empresas estabeleçam uma compreensão compartilhada das tendências e ferramentas sociais, coordenem estratégias e iniciativas e incentive investimentos.

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Muito interessante esta pesquisa feita pelo IBOPE sobre o fenômeno das redes sociais no Brasil. O crescimento dessas mídias e a maneira como o público brasileiro se adaptou a elas é impressionante.

Clique aqui e veja a pesquisa no Slideshare.

Fábio Cipriani, autor do livro Blog Corporativo, criou este ppt muito interessante sobre a importância das mídias sociais para as empresas e como as organizações estão utilizando estas ferramentas no mercado.

 

Para ver a apresentação clique aqui

Este artigo foi tirdo do blog  Primeiro Lugar e fala sobre como uma empresa deve se comportar dentro das redes sociais, seja ela pequena ou grande.

Que as redes sociais estão em voga, no Brasil e no mundo, não precisa nem falar. Mas o que ninguém sabe ao certo é como uma empresa deve estar presente, sejam as pequenas ou as grandes empresas. Qual a forma correta de usar uma rede social?

Não há receita de bolo para as mídias sociais e o mais fácil é saber o que não deve ser feito, o que também exploraremos ao longo deste artigo. Estamos frente a um evento que modifica e modificará mais ainda a forma de se relacionar.

Por isso, saem na frente as empresas que sabem lidar e se relacionar, empresas que aceitam o risco de estarem abertas para seus clientes. Rede social, afinal de contas, é conversar francamente com clientes.

A importância das redes sociais

Para se ter uma ideia, há pouco tempo durante uma semana o Facebook ultrapassou o Google como site mais acessado nos EUA. E a tendência é que, em breve, torne-se o site mais acessado.

Isso porque as redes sociais imitam a vida, afinal são um lugar onde as pessoas podem ser mais livres, se expressar e ter amigos – virtuais ou não. Mas para os empresários a pergunta que fica é: “como minha empresa deve estar presente nas mídias sociais?”. Vamos com calma e exploremos toda a complexidade que há nas mídias sociais.

Por que sua empresa deve estar em redes sociais

Sua empresa pode estar sendo falada, em algum canto da Internet, neste instante. Você saiba ou não. Se falam bem, melhor.  Mas mesmo que falem mal, critiquem, etc. uma empresa precisa estar preparada para lidar com as críticas mais do que com os elogios. Afinal, é com a crítica que se cresce. E que o elogio seja o combustível para que se continue a melhorar a cada dia.

As redes sociais permitem comunicação interpessoal e também entre pessoa/empresa. Mas esta última deve se dar de forma pessoal, não massiva e, portanto, pessoal. Com olhos e ouvidos atentos para seu cliente.

Quando há sucesso nessa comunicação, sua empresa terá criado uma relação muito valiosa com seus clientes, que tange a amizade. Mas o que é uma empresa amiga de seus clientes nas redes sociais  (isto é, fora do discurso marqueteiro)?

Interagir com pessoas, não com máquinas

Ao dar voz ao cliente você criará uma relação de confiança e fidelizará o cliente, desde que sua empresa tenha esses valores. Uma empresa que é arrogante no mundo real, também será arrogante no mundo virtual. Portanto, se for o caso, esteja preparado para mudar valores – e de forma verdadeira. Do contrário, uma rede social pode se virar contra você.

O cliente quer ser ouvido, e a empresa que lhe der ouvidos e voz ganhará fãs. Obviamente não é um processo simples, que tenha um passo a passo a ser seguido. Nas redes sociais, na verdade, o passo a passo é descobrir a melhor forma de se relacionar com seus clientes. Arriscando, testando possibilidade, sempre com sobriedade e consciência.

A vontade de interagir vem de todos os cantos, é uma necessidade humana: queremos interagir com os conhecidos, com os desconhecidos e, por que não?, com marcas das quais somos ou podemos nos tornar clientes. As marcas, cada vez mais, entrarão em nossas vidas até chegar um ponto que se torne completamente natural.

Aí entra a questão de sua empresa nisso tudo, que em redes sociais passa a ganhar a personalidade. Amarca moderna tem sua persona. E essa persona tem de vir de dentro da empresa, porque uma imagem falsa cedo ou tarde acabará por se revelar, como disse.

O consumidor está cada vez mais inteligente e não aguenta marketing com cara de marquetês. Meu caro, não adianta mais fazer aquela coisa invasiva, repetitiva, com aquele marquetês insuportável (do tipo “pague dois e leve um”!). Dê liberdade ao seu cliente e ele gostará de sua empresa. Converse com seu cliente, como amigo, ajudando-o e não colocando-o num castelo kafkiano.

A importância do ‘pessoal’ no novo marketing

Vamos a um exemplo prático. Em pesquisa de opinião na Inglaterra, certa agência de publicidade quis saber o feedback do telespectador em relação a determinados comerciais televisivos. Havia anúncios criados por usuários e outros pela própria agência. Não é que os telespectadores aprovaram muito mais campanhas publicitárias “caseiras”, feita por fãs de marcas, do que as tradicionais e desenvolvidas por agências?

Não é que seja o fim da agência de publicidade, é claro, mas sim que a voz do usuário procura algo que o marketing tradicional ainda não oferece. O cliente, hoje, quer ouvir a voz do cliente – porque falam a mesma língua, porque é o seu igual, porque é voz humana. Então, ofereça ao seu cliente uma voz em sintonia com a do cliente – e não discursos pré-fabricados.

Começando em redes sociais

É um grande engano achar que simplesmente ao se cadastrar em uma rede social choverão pessoas seguindo o seu perfil e, maior ilusão ainda, rios de dinheiro. Ao contrário, é bem mais difícil do que se imagina – ainda mais dependendo do mercado em que a empresa atua. Um grande erro de empresas em mídias sociais é não interagir, falar sozinho e não fornecer conteúdo relevante.

Coloque-se no lugar de seu cliente: você acompanharia a sua empresa no Twitter ou Facebook? O que faria você seguir com interesse sua empresa em redes sociais? O que interessa a você que também pode interessar a um potencial cliente?

Respondendo a essas perguntas-chave, sempre dando prioridade à qualidade da informação, à transparência na comunicação e estando sempre disponível, sua empresa se mostra preparada para as mídias sociais. Agora, vamos dar exemplos simples para sua empresa estar em redes sociais.

Blogs corporativos

O blog não é como um jornal ou uma página institucional, e menos ainda coisa adolescente. Um blog tem opinião, tem liberdade de transitar entre assuntos e temas relevantes, não tem pauta obrigatória. Em um blog corporativo a sua empresa pode mostrar que tem conteúdo e pode falar com autoridade de tópicos relacionados ao seu negócio. E o mais importante, comunicar-se.

Um blog corporativo abrirá um canal de comunicação interssantíssimo com seus clientes e que se dará sobretudo nos comentários. Oras, não raro os comentários de um post (artigo de um blog) são mais ou tão importantes quanto o próprio post, porque neles o leitor pode dar sua opinião, apresentar novos pontos de vista, etc.

Verifiquei, em estudos internos, que um lead gerado através de um post de blog pode ser mais interessante até mesmo do que aqueles gerados através do marketing de busca . Ou mesmo no caso de tráfego gerado através de sites de busca, quando um visitante lê o blog corporativo antes de entrar em contato revela-se um potencial cliente muito mais interessante.

Trata-se de um fato simplesmente lógico: o blog filtra o cliente menos relevante e potencializa aquele que já estava interessado em seu produto, porque sua empresa mostra autoridade no assunto e clientes querem comprar de quem oferece melhor relação custo/benefício.

Também pense no blog corporativo de sua empresa como uma seção onde você poderá atrair as visitas de outras redes sociais, como Facebook e Twitter. Nestes casos, ao indicar um link em uma dessas redes sociais, nada melhor do que o conteúdo relevante esteja em seu próprio site. Assim, seu blog torna-se um catalizador de clientes. Mas não que haja mal em indicar sites de terceiros, desde que você confie – ou mesmo uma página institucional, desde que relevante.

Twitter

Dentre as redes sociais, ainda que esteja longe de ser a mais utilizada, a que mais tem se destacado entre as empresas é o Twitter. Porque é uma ferramenta de troca de informações em tempo real, é ágil e portátil: o Twitter pode ser usado seja no computador ou no celular.

Para começar a usar o Twitter de forma corporativa, crie sua conta e estilize de forma profissional a sua página. Mantenha a identidade visual de sua empresa de forma simples e discreta.

Como conseguir seguidores no Twitter

Um erro muito comum são as pessoas que passam a seguir outras indiscriminadamente. Evite forçar a barra e deixe surgirem seguidores de forma orgânica: para isso, divulgue o Twitter de sua empresa por e-mail, no site, em material publicitário, etc.

Como tuitar

Tuitar, de neologismo, passou a verbo muito corriqueiro. O grande pecado ao tuitar é tuitar por tuitar, tuitar de forma automática e sem relevância.

Canso de ver empresas, e mesmo pessoas, cuja única coisa que tuitam é sobre nada. Não siga esse mau exemplo, tuíte assuntos interessantes para seu usuário. Se sua empresa vende, por exemplo, brindes, que tal tuitar sobre relacionamento com clientes? Se sua empresa vende produtos relacionados a saúde, que tal tuitar sobre qualidade de vida? E assim com cada segmento: não falta do que falar, falta saber como dizer.

Sempre que possível, tente indicar links relacionados ao tuíte: como falei acima, usar seu blog coporativo pode ser uma estratégia bem interessante. Entenda seu público e tuíte o que interesse a ele, torne o seu um Twitter interessante e útil.

Também é importante acompanhar quando sua marca é citada e sempre estar pronto para responder a mensagens enviadas para o Twitter de sua empresa. Há diversas ferramentas no mercado, gratuitas e pagas.


Facebook

O Facebook é um Orkut potencializado, aliás a rede social mais utilizada no mundo todo, contando mais de 400 milhões de usuários ativos. É uma rede social que agrega amigos e permite interação, seja através de mensagens, rede de amigos ou mesmo jogos. Para começar, tenha um perfil pessoal, adicione seus amigos e passe a interagir com eles para entender melhor o funcionamento da ferramenta.

Para uso corporativo, o mais recomendado é você criar uma Página da sua empresa (na seção do Facebook Criar uma página de uma celebridade, banda ou de negócios), ao invés de um profile ou mesmo um grupo. Na verdade, uma página do Facebook funciona como um profile para empresa ou assunto, e você pode gerenciá-la sem ter que sair de sua conta pessoal. Além do mais, pode adicionar administradores e moderadores.

Quanto ao que postar, siga a dica do Twitter e do blog: utilize conteúdo relevante, converse com seus clientes e tenha o máximo de fãs em sua página!


É preciso saber usar cada rede social

Como sua empresa pode estar bem representada em redes sociais se você não souber usar cada uma delas? Portanto, antes de iniciar o uso de qualquer das ferramentas em sua empresa primeiro aprenda a usá-la. Evite gafes por ignorância.

Primeiro, cadastre-se com seu nome pessoal, interaja, fique à vontade com cada uma das redes que pretende usar corporativamente e somente depois disso comece a usá-las em sua empresa. Caso “não seja do seu tempo”, “não goste”, “não entenda”, etc. ou tente descobrir como funciona ou procure ajuda de alguma agência que possa assessorá-lo no mundo das redes sociais.

Este nosso post é bastante longo, mas entenda ele como um aperitivo do incrível mundo das mídias sociais. Portanto, o segredo é aprofundar-se e entender mais e mais as mídias sociais e, claro, seu cliente!

Conclusão

Sem dúvida, este post ficou bastante longo – e olha que não exploramos profundamente nenhuma das redes sociais. E na verdade, a intenção era fazer um panorama geral e poder apresentar de forma simples modos básicos de usar as redes sociais que ao nosso ver são as mais interessantes de uma empresa ter hoje. Não menos importante, tentei mostrar o que não deve ser feito.

As redes sociais devem ser usadas para criar interação com clientes e potenciais clientes, tanto que eu digo sem a menor dúvida que é melhor não usar do que usar mal. Entretanto, é indispensável que sua empresa esteja preparada para a revolução que tem acontecido na web e torne-se uma marca presente na vida do cliente, trazendo-lhe conteúdo relevante e permitindo que ele possa se comunicar. Só as mídias sociais permitem isso, e cedo ou tarde você precisará estar nelas.

A principal lição que se deve tirar é do mau uso corporativo de redes sociais: não seja uma empresa chata e invasiva, seja discreto e relevante quando tuitar e se comunicar de maneira geral nas redes sociais. Os blogs corporativos, reitera-se, mostram cada vez mais a sua força e se afirmam como parte fundamental das estratégias que uma empresa deve ter em redes sociais.

A rapidez com que as redes sociais cresceram e se multiplicaram é impressionante. A adesão do público brasileiro ao uso destas ferramentas é igualmente assustador.


De acordo com a pesquisa IBOPE/Nielsen, em 15 meses de existência, o  Orkut já alcançava mais da metade dos brasileiros. Em setembro de 2006, o YouTube já alcançava 1/3 dos internautas domiciliares.

Já a rede social Facebook cresceu 360% em apenas 1 ano. também em 1 ano, entre junho de 2009 e junho de 2010, o Twitter cresceu 169%, lembrando que o microblog foi criado em 2006.


Já foi visto que o brasileiro é o que mais passa horas na internet (44h/mês). muitas dessas horas são gastas assistindo vídeos online. Segundo estudo da empresa de estatísticas da indústria digital comScore, 36,5 milhões de brasileiros assistiram a vídeos na internet no mês de julho.

A pesquisa apontou que nos meses da Copa do Mundo, 6,7 bilhões de vídeos foram assistidos por usuários de internet no Brasil. Se considerado apenas o mês passado, seis em cada sete internautas brasileiros assistiram a vídeos online.

A pesquisa do IBOPE/Nielsen também revelou que a parcela adulta dos internautas procura informações sobre Esportes, Notícias, Bate-papo e Economia. Já a parcela jovem está interessada em Celebridades, Jogos, Downloads e música.

Entre os jovens, cada vez mais as redes sociais estão se tornando fonte de informações. As melhorias nos serviços de busca pela internet tem feito os brasileiros procurarem informações ‘por assunto’ mais do que entrar em um site e tentar encontrar a informação.

Somente o Facebook tem 500milhões de usuário. se fosse um país, perderia somente para a China e a Índia. A rede sociail Myspace possui  300 milhões de usuários e o Twitter  124 milhões. Entretanto, esses números continuam a crescer diariamente.

No Brasil, o campeão ainda é o Orkut, com 52 milhões de usuários enquanto no país o Facebook possui 6 milhões. (informações do Portal Exame).

Antes utilizadas para diversão, hoje as redes sociais estão se tornando um território comercial muito potente. Seja através da presença de empresas divulgando produtos/serviços, profissionais fazendo networking ou até mesmo pesquisas, as redes sociais estão se tornando referência para profissionais e empresas. contudo, é preciso ficar atento, a rotatividade destes sites é muito grande. O que hoje está ‘bombando’ amanhã pode ser superado por algo mais novo, criativo e inovador.

Texto extraído do site ReadWriteWeb que traz dicas muito legais sobre a importância do networking, principalmente se você tem uma start up.

Construir redes fortes e desenvolver relacionamentos significativos são os imprescindíveis para o sucesso empresarial. Embora possa parecer um clichê, “seus contatos” podem ser extremamente importantes para startups.

Com o crescimento dos sites das redes sociais, parece mais fácil do que nunca desenvolver uma rede de conexões considerável: amigos no Facebook, seguidores no Twitter, seu circulo social no Google, suas conexões no LinkedIn. Mas ter uma grande rede de mídia social não significa muito se você não mantiver essas conexões. É importante continuar conhecendo novas pessoas, cultivar esses relacionamentos e enfatizar a quantidade e não a qualidade de suas conexões.

Recentemente Jeremy Porter escreveu em um post no blog Journalistics, “Muitas pessoas relacionam o networking com coleção de cartões de visita – seja real ou virtual – em um esforço para demonstrar a quantidade de pessoas que eles ‘conhecem’.” Porter listou algumas dicas para fortalecer seu network. Aqui estão alguns pontos a serem considerados para expandir sua rede:

Estabeleça metas: Quais são os tipos de pessoas que você quer se relacionar? Por exemplo, você precisa conhecer jornalistas ou VCs? Estabeleça metas e prazos para fazer algumas dessas conexões.

Acompanhe seu andamento: Se você definir suas metas, acompanhe seu progresso. Se você não está conhecendo as pessoas que você quer ou não está conseguindo construir o network desejado, revise sua estratégia.

Socialize pessoalmente: Alguns eventos, como conferências, são voltados para o networking. Se esforce não só para participar desses tipos de eventos, mas para maximizar suas oportunidades de network lá mesmo.

A primeira impressão é a que fica: Você precisa de um gancho para começar uma conversa. Quando for se apresentar para as pessoas, você deve ser capaz de responder a pergunta “O que você faz?” de forma coerente e memorável.

Aqui está o meu cartão: Pode parecer óbvio ou até ultrapassado, mas não subestime a importância de um cartão de visita, seja eletrônico ou em papel. Embora as redes sociais facilitem a localização das pessoas, ter um cartão de visita é um convite para um acompanhamento da relação.

Continue com o network: É fácil guardar seus cartões de visita em uma gaveta onde nunca mais serão vistos. Convide a pessoa para uma primeira reunião através de um email ou telefonema nas próximas 48 horas. Se você perder o prazo, talvez seja melhor jogar os cartões na gaveta.

Mantenha contato: Não deixe esses relacionamentos morrerem. Mantenha contato com as pessoas. Porter escreveu que “Alguns Headhunters que conheci no final dos anos 90 são hoje diretores de grandes marcas. Se você mantiver o contato a longo prazo com as pessoas, você se ficará surpreso com quantas conexões interessantes terá feito durante o percurso. Você rapidamente irá se tornar uma daquelas pessoas que conhecem alguém que “faz isso”, ou “trabalha lá.” Mas claro, você precisa manter o contato para que as pessoas se lembrem de você. As pessoas esquecem quem você é e o que você faz, você precisa lembrá-los regularmente caso deseja manter o valor em seu network.”

Compartilhe: Dê valor a sua participação em uma rede e faça com que as pessoas valorizem suas conexões. Se você se deparar com informações interessantes, compartilhe. Se alguém pedir ajuda, ajude. Segundo Porter, “Não perca a oportunidade de ajudar, você vai se sentir bem e descobrirá que as pessoas geralmente retribuirão.”

Olhe no espelho: Faça uma auto-avaliação regularmente. Pergunte a si mesmo se você está tendo benefícios de sua rede e contribuindo com ela. A reciprocidade é importante.

Construa relacionamentos quando você não precisar deles: É um grande erro executar o networking somente quando você precisa de algo (como financiamento, um emprego novo, um novo membro na equipe).

Comece com uma nova conexão hoje mesmo: Conhecer novas pessoas e construir seu network pode ser um dos investimentos mais importantes que você possa fazer, pessoalmente e profissionalmente.