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Hamel falou sobre inovação nos processos de gestão e deu dicas sobre adaptação às novas realidades e boas práticas.

 

Veja matéria completa no site da  HSM. Clique aqui

O mês de novembro  está repleto de eventos focados em empreendedorismo.

Programe-se e participe. É uma ótima oportunidade de aprender novas práticas, conhecer as tendências e fazer networking. Serão palestras e debates com ótimos profissionais brasileiros e também do cenário internacional.

Veja aqui alguns eventos

Semana Global do Empreendedor: de 15 a 21 de novembro – Acesse o site aqui para ver a agenda.

Startup Weekend – SP: de 19 a 21 de novembro – Acesse o site aqui para ver a agenda.

Feira do Empreendedor- SP: de 17 a 20 de novembro – Acesse o site aqui para ver a agenda.

3 Congresso Internacional de Inovação – RS: de 17 e 18 de novembro – Acesse o site aqui para ver a agenda.

IV Seminário de Empreendedorismo – RJ: 17 de novembro – Acesse o site aqui para ver a agenda.

Aproveite!!

Clique aqui e veja o segundo post do consultor do SEBRAE-SP Antônio Carlos Larubia sobre Invenção e Inovação.

Você já ouviu falar em intra-empreendedorismo? Este texto de Joacir Martinelli explica o que é o intra-empreendedor, como desenvolver estas características e, claro, dicas para você saber se é ou não um intra-empreendedor. Boa leitura.

Para entender como o intra-empreendedor pode se desenvolver e crescer dentro de uma empresa é preciso deixar de lado conceitos como “bom tarefeiro”. Há anos, as empresas buscam melhores patamares de resultados, porém esta expectativa muitas vezes acaba não ocorrendo, já que a forma como os funcionários trabalham pouco se modernizou. O caminho é investir no espírito empreendedor.

A prática, conhecida como Intra-empreendedorismo, é um sistema desenvolvido para acelerar as inovações dentro de grandes empresas, através do melhor aproveitamento dos seus talentos. O desafio é conseguir desenvolver os comportamentos empreendedores para que os participantes possam atuar como agentes de mudanças em suas organizações, melhorando processos e criando novas oportunidades de negócio.

Para estimular e trabalhar o espírito intra-empreendedor, algumas empresas estão investindo em programas de desenvolvimento para seus colaboradores. O consultor Joacir Martinelli, que estuda e trabalha com esta ferramenta há quatro anos, diz que empreender significa levar adiante uma idéia.

“Não podemos considerar empreendedora apenas aquela pessoa que tem um negócio próprio. Um atleta, um artista, um funcionário dentro da sua área, pode empreender e conseguir realizar mais do que a maioria das pessoas”, explica.

Mas, por que é tão difícil implementar projetos pessoais e profissionais? Para Martinelli, não é difícil identificar pessoas que no dia-a-dia conseguem efetivar seus objetivos, mesmo diante de adversidades, Outras, entretanto, não obtêm o mesmo êxito, ainda que em condições favoráveis. “Podemos concluir que, além do preparo técnico específico para a efetivação de um projeto e de um ambiente favorável, existem também aspectos pessoais que aumentam a probabilidade de levar a cabo qualquer desafio.

O que se espera são pessoas ativas, que vivam profundamente suas metas, que assumam a responsabilidade pessoal de implementar novas idéias e transformá-las em sucesso comercial”, diz o consultor. Para ele, os intrapreneurs (empreendedores internos), fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso da empresa. “O custo de se perder talentos empreendedores é maior que o da simples perda de um técnico qualificado ou de um elemento eficaz de uma área administrativa específica“, ensina.

Segundo Martinelli, para entender como o intra-empreendedor pode se desenvolver e crescer dentro de uma empresa é preciso deixar de lado conceitos como “bom tarefeiro“. “Existem duas necessidades que fazem com as companhias deixem de desejar apenas ‘bons tarefeiros’. A primeira é a de estar constantemente atualizando produtos, por causa da concorrência e novos nichos de mercado. Esta necessidade é suprida pela aguçada visualização de oportunidade que se manifesta em pessoas com perfil empreendedor. A segunda está voltada para “dentro da empresa”: a busca da melhoria contínua em todos os processos, o que também exige empreendedores para efetivar as mudanças necessárias.

Para a coordenadora de Desenvolvimento de Gente da ALL, Márcia Cristine Baena, é importante que os colaboradores não vejam a empresa como um “emprego”, mas tenham o perfil de dono de um negócio. “A postura de dono de negócio é a chave para o sucesso de nossa empresa. Respeitamos cada colaborador como se fosse dono de seu pequeno negócio, dentro de nosso grande negócio. O Intra-empreendedorismo é fundamental para isto”, diz Márcia.

Você é um intra-empreendedor? Conceito cada vez mais difundido nas organizações, o Intraempreendedorismo é a versão em português do termo francês “intrapreneur”, que significa empreendedor interno. O intra-empreendedor é aquele profissional que a partir de uma idéia, e recebendo a liberdade, incentivo e recursos da empresa onde trabalha, dedica-se entusiasticamente em transformá-la em um produto de sucesso. Não é necessário deixar a empresa onde trabalha, como faria o empreendedor, para vivenciar as emoções, riscos e gratificações de uma idéia transformada em realidade.

Como saber se você é ou não um intra-empreendedor?

Seguem algumas características que diferenciam os funcionários empreendedores:

• Tem visão sistêmica: não tem olhos apenas para o seu departamento, mas consegue visualizar a companhia como um todo. · Atribui significado pessoal a tudo o que faz: tanto pelo trabalho como pela empresa onde atua. Isso inclui acreditar no negócio e ter a sensação de que a experiência está valendo a pena.

• Tem capacidade de implementar as idéias: implanta projetos com começo, meio e fim. Não basta ser um poço de idéias, é preciso implementá-las.

· É persistente: faz de tudo para que os projetos e negócios dêem certo. Tem capacidade de encontrar saídas para obstáculos que apareçam.

• É pró-ativo e se antecipa ao futuro: Faz as coisas antes mesmo de ser solicitado ou forçado pelas circunstâncias. Consegue antecipar a necessidade e vai além do pré-estabelecido.

Fonte: Technology Ventures – From Idea to Enterprise, Drof C. R. e Byers H. T.

Este é o oitavo artigo da série Criando EBTs de Sucesso. É o segundo texto do módulo II – As oportunidades e o sumário empresarial – seção I e foi extraído do livro Technology Ventures – From Idea to Enterprise

Seção I – Aborda o início de uma EBT alinhada com pontos vitais para o sucesso
Módulo II –
As oportunidades e o sumário empresarial

TENDÊNCIAS, CONVERGÊNCIA E OPORTUNIDADES

Tendências em demografias e tecnologias podem levar a grandes oportunidades. Na medida em que a prosperidade cresce e se espalha pelo mundo inteiro, muitas oportunidades aparecem a partir de mudanças no estilo de vida. Os empreendedores devem tentar identificar influências que desestabilizam. Isto vem não somente através de mudanças tecnológicas como também de mudanças de gosto.

A convergência de tecnologias ou indústrias é a união ou mescla de tecnologias e indústrias pensadas para serem diferentes ou estarem separadas. A engenharia genética é a convergência da microscopia eletrônica, da micro-manipulação e da supercomputação. Convergência é a unificação de funções evidenciadas como a junção de produtos e tecnologias anteriormente separados. Eles freqüentemente emergem de combinações criativas construídas por tecnologias complementares [Chandler, 2003].

Tendências demográficas e culturais oferecem muitos exemplos de convergência e oportunidade. Várias tendências culturais e sociais estão listadas na tabela 2.5.

Um exemplo de uma tendência corrente que resulta em um grande problema são os e-mails não solicitados (spam) que são recebidos por todos os usuários de e-mail. Números mostram que os e-mails não solicitados tiveram um aumento de 2 milhões em 2001 para 5.5 milhões em 2002 [Mangalindan, 2002]. Qualquer empresa nova que puder vender um bloqueador infalível de spam poderá resolver um problema para a maioria dos usuários de e-mail.