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O site Trendwatching divulgou as tendências do consumidor urbano !

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O ano de 2011 já começou cheio de expectativas e promessas de crescimento. Para aqueles que desejam saber quais as profissões estarão em alta neste novo ano e quais as áreas estarão investindo mais em contratações, a revista Época Negócios mostra os setores promissores que estão carentes em mão de obra e as características dos profissionais de sucesso. Fique atento, as áreas de inovação e tecnologia estão no topo.

 

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O portal HSM publicou um texto bem interessante com base em um estudo do SEBRAE de SP sobre o balanço financeiro de micro e pequenas empresas em 2010 e as perspectivas para 2011.

 

Estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae – SP) revela que o ano de 2010 foi positivo para as micro e pequenas empresas (MPEs). Isto porque todos os meses deste ano que está se encerrando registraram aumento real de faturamento para estas empresas em comparação com os mesmos meses de 2009.

As MPEs tiveram um aumento de R$ 381 milhões em outubro em relação ao ano passado. Para o consultor do Sebrae-SP, Pedro João Gonçalves, os resultados positivos destas organizações está atrelado principalmente ao crescimento do consumo interno, com a manutenção e aumento do poder aquisitivo.

“As MPEs estão presentes numa ampla gama de atividades, mas são particularmente expressivas nas atividades de comércio e serviços, que atendem a população”, complementa. Entretanto, Gonçalves ressalta que o cenário positivo deve ser avaliado, tendo em vista que os resultados de 2009 foram “relativamente fracos para a economia brasileira”, que sofreu o impacto da crise financeira internacional, e consequentemente também foi relativamente fraco para as MPEs. “Essa base deprimida de comparação deve ser levada em conta”, reforça.

A partir dos resultados de outubro, o Sebrae realizou uma projeção para novembro e dezembro, que sinaliza um aumento de 8% no faturamento real das MPEs em 2010, se comparado a 2009.

O que esperar de 2011

E as perspectivas para 2011 são otimistas. O estudo do Sebrae-SP avaliou as expectativas dos proprietários de MPEs para os próximos seis meses. Em novembro de 2010, 34% dos entrevistados declararam acreditar em aumento do faturamento da sua empresa, nos próximos seis meses; 28% informaram que acham que o faturamento permanecerá no nível atual e 37% declararam que não sabem como o faturamento poderá evoluir. Assim, 62% dos empresários acreditam em manutenção ou aumento da receita nos próximos seis meses.

De acordo com Golçalves, os principais fatores de incertezas em relação a economia brasileira no ano que vem estão associados a inflação e instabilidade econômica internacional. “De uma forma geral, espera-se que as MPEs acompanhem o ritmo de crescimento da economia em 2011”, sinaliza.

Entretanto, a evolução da inflação, em alta no final de 2010, “puxada” pelos aumentos registrados nos preços de itens relacionados à alimentação pode impactar as MPEs. “Itens de baixo valor unitário, que atendem às necessidades básicas da população e cujas vendas dependem do poder aquisitivo da população são muito relevantes paras as vendas das MPEs”, pontua o consultor.

Além disso, efeitos de possíveis instabilidades nas economias avançadas (Estados Unidos e países da Europa Ocidental) podem trazer reflexos nacionalmente. “Tais países têm apresentado um lento processo de saída da crise. Algumas instabilidades podem afetar a economia brasileira, e assim, as MPEs.

 

Fonte: Revista Incorporativa

O IBOPE Mídia, encomendou uma pesquisa exclusiva com internautas ao TG.net, em que traçou um amplo perfil do consumidor de e-commerce brasileiro. O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar. Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.

A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%. A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos. Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos.

Os homens estão mais habituados a comprar pela internet: 54% ante 46% das mulheres. A parcela de solteiros também é mais representativa (49% na comparação com os casados – 41%). O estudo revelou, ainda, que 36% estão matriculados em instituições de ensino e até 32% falam uma segunda língua. As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.

O que eles compram

Cerca de 80% dos internautas usam a internet para comparar preços, 25% buscam um carro novo e 18% realizam compras profissionais. Cerca de 43% dos usuários costumam recorrer à rede antes de realizar compras e, se o produto tiver valor superior a R$ 1.500, é na web que buscarão mais informações. Mais de 66% dos consumidores online realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e 30% gastaram, pelo menos, R$ 224.

Entre os produtos preferidos estão: livros (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais, leitores de MP3. Nos próximos seis meses, 25% pretendem comprar câmera digital, 17% telefone celular 3G, 17% telefone celular com câmera e 15% iPhone.

Metodologia

O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos. O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.

Um dos pensadores econômicos mais conceituados da atualidade, o professor indiano Vijay Govindarajan acredita que, hoje, a inovação acontece primeiro em países emergentes como Brasil, Índia e China. Em entrevista para a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Vijay diz que a nova dinâ­mica gera oportunidades para pequenas e médias empresas.

O que é inovação reversa?
Historicamente, as potências investiam em inovação e produziam internamente, para depois exportar aos países em desenvolvimento. Esse processo, difundido na década de 1990, foi denominado glocalização. O termo significa pensar globalmente e atuar localmente. Inovação reversa significa o oposto. É fomentar a inovação em países como China, Índia e Brasil, para depois levá-la aos países ricos.

Os emergentes têm tecnologia para criar bens de consumo competitivos no mercado internacional?
As economias emergentes têm um longo caminho a percorrer. Mas isso não quer dizer que não podem ser competitivas.

Como as pequenas e médias empresas brasileiras podem aproveitar a inovação reversa?
Elas não podem ter medo de arriscar e competir com as multinacionais. O momento é excelente para pequenas e médias empresas porque elas conhecem a fundo o consumidor do país. Como entendem seus hábitos, podem suprir os anseios dos consumidores.

É difícil para empresas menores criarem um ambiente propício para a inovação?
Não. Essas empresas têm todas as ferramentas. São flexíveis, ágeis e empreendedoras, qualidades essenciais para inovar.

Qual a principal barreira para a difusão da inovação reversa?
É preciso promover uma mudança de mentalidade nas companhias que dominam o mercado econômico mundial. A produção da maioria das multinacionais ainda está voltada para indivíduos de alta renda. É preciso atender também pessoas pobres em países pobres, um mercado em potencial que está marginalizado.

Como os empreendedores brasileiros podem competir com Índia, China e Rússia?
O grande desafio é exportar bens de maior valor agregado. É importante também que os integrantes do BRIC (grupo de países emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia e China) se enxerguem como parceiros, e não adversários. O mercado não é restrito. Existe espaço para todos, desde que haja competência. Quando esses países se unem e fazem acordos, um supre a deficiência do outro.

Quais os setores em que os empreendedores brasileiros podem encontrar boas oportunidades?
A meu ver, os empresários brasileiros devem investir nos setores de saúde e educação, áreas deficitárias e nas quais o governo não mostra eficiência. Além disso, educação é fundamental para o crescimento do país. É desanimador constatar que muitas vagas em cargos estratégicos não são preenchidas porque falta mão de obra qualificada.

Alfredo Passos, Partner da Knowledge Management Company, Professor ESPM, Membro da Society of Competitive Intelligence Professionals – SCIP é autor de diversos livros da área, entre eles “Inteligência Competitiva – Como Fazer IC Acontecer na Sua Empresa”, “E a Concorrência…não Levou!” e “Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas”, publicados pela LCTE Editora.

Neste artigo para o site administradores.com, Passos fala um pouco sobre o conceito de Inteligência Competitiva e como ela pode ser usada por pequenas e médias empresas.

É claro que executivos em muitas empresas globais, como a Xerox, IBM, e Motorola, já se conscientizaram da importância da IC e desenvolveram suas próprias equipes. Entretanto, pequenas empresas, assim com as de grande porte, têm de competir no mercado.

Inteligência Competitiva ou IC é uma disciplina necessária e ética para a tomada de decisões baseadas na compreensão do ambiente competitivo.  Pesquisas mostram que empresas com programas de IC bem estabelecidos obtêm maiores ganhos por ação do que aquelas da mesma indústria que não tem programas de IC. É tão importante para aqueles que tomam decisões em empresas de pequeno ou médio porte saber o que está por vir, quanto para os presidentes das grandes empresas listadas no Fortune 500.

Assim, é possível para uma companhia estar praticando alguma forma de IC ser percebê-lo. Qualquer funcionário que visite um evento (trade show), leia um jornal, ou converse com amigos na mesma indústria (setor econômico) está fazendo pesquisa (um dos componentes da IC). Mas outros componentes da IC geralmente não se encontram presentes nos negócios, atualmente a IC agrega valor à coleta de informações e ao planejamento estratégico ao introduzir um sistema disciplinado não apenas à coleta de informações, mas também ao realizar análises e disseminar seus “achados” de forma que sejam úteis às necessidades dos tomadores de decisões.

A velocidade do desenvolvimento tecnológico e o crescimento do comércio global, significam que o ambiente de negócios atual está se transformando mais rapidamente do que antes. Os executivos não podem mais se dar ao luxo de depender do instinto ou da intuição quando tomam decisões estratégicas em seus negócios. Em muitas indústrias, a conseqüência de tomar uma decisão pode ser levar a empresa a perder vendas, participação de mercado ou à falência. Pesquisas mostram que a inteligência competitiva aumenta o “nível de conforto” do planejamento estratégico da direção da empresa.

Mas afinal o que é Inteligência Competitiva mesmo?

Muitos confundem com Inteligência Emocional, outros com Gestão do Conhecimento, outros com Business Intelligence e ainda outros falam em espionagem. John E. Prescott e Stephen H. Miller, comentam que “a Inteligência Competitiva nas empresas se beneficiou grandemente de práticas e conhecimentos da inteligência militar e governamental. Muitos dos pioneiros da comunidade de inteligência empresarial são originários de várias organizações governamentais. Eles trouxeram consigo um conjunto de conceitos e visões decantadas ao longo de séculos.”

Prescott e Miller, comentam que o “trabalho de Sun Tzu sobre inteligência militar, continua sendo lido e é considerado o pai da inteligência. Ainda os filmes de James Bond e os romances de John LeCarré, embasados na experiência de seus autores no serviço secreto britânico, prenderam a atenção do público em geral”. E é neste contexto, onde a comunidade de negócios começa a desenvolver um conjunto de conceitos sobre inteligência e marcos de referência analíticos, que é formada a Society of Competitive Intelligence Professionals – SCIP, em 1986, nos Estados Unidos da América.

Para o jornalista Larry Kahaner, inteligência competitiva é um programa sistemático de coleta e análise da informação sobre atividades dos concorrentes e tendências gerais dos negócios, visando atingir as metas da empresa.Por isso, a Inteligência Competitiva ou IC é uma disciplina necessária e ética para a tomada de decisões baseadas na compreensão do ambiente competitivo atual e futuro.

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