Dicas de Ana Cristina Chaer Dib Netto do site Portal do Empreendedor

 

Participar de feiras é uma ótima forma de se atualizar sobre as novidades do setor e construir uma rede de relacionamentos. Porém, para aproveitar ao máximo o evento é preciso deixar a timidez de lado, além de ter organização e foco. O site da revista americanaEntrepreneur preparou uma lista com dicas interessantes sobre o tema. Confira abaixo:

Vá com uma roupa confortável: cuidar da imagem é importante, mas lembre-se de que geralmente a programação dura o dia inteiro. Você passará muito tempo sentado ou em pé e nada pior do que uma calça apertada ou um sapato desconfortável para deixá-lo impaciente e sem disposição para aproveitar o evento.

Use a hora do almoço para conhecer pessoas novas: em vez de se sentar com gente conhecida, procure almoçar com quem não faz parte do seu círculo de amigos e puxe assunto. Em uma conversa descontraída é possível encontrar pessoas com interesses próximos ao seu. Só fique atento para não ser inoportuno e falar sem limites sobre negócios.

Verifique com antecedência as palestras a que deseja assistir: feiras grandes costumam ter seminários e workshops com especialistas de renome do setor. Em muitos casos, o número de credenciais é limitado. Por isso, quanto mais você se organizar, maiores as chances de conseguir ver as palestras mais cotadas.

Tenha bom senso: Feiras são muito propícias para fazer networking. Os participantes têm objetivos parecidos, o que facilita fazer contatos. Porém, as trocas de cartões não devem ser feitas durante palestra ou exposição. Também não é aconselhável tentar vender produtos ou serviços durante o networking.

Mantenha contato: se você apenas guardar na gaveta os cartões que trocou durante a feira e não cultivar a troca, a experiência terá sido em vão.  Encontre maneiras de  aumentar efetivamente sua rede de relacionamentos. Sugira ideias pelo Twitter, participe de grupos de discussão e envie artigos para as pessoas que conheceu no local.

 

Ótima matéria de Kátia Arim, da INFO Exame, sobre o uso das redes sociais nas corporações e sua vasta utilidade nas empresas.

Os negócios devem tornar-se sociais ou ficarão para trás. Esta análise do Gartner pretende orientar líderes de TI e executivos nesta crítica e excitante mudança. Processos orientados ao social estão transformando abordagens corporativas tradicionais. Tecnologias sociais permitem que as pessoas se conectem, interajam e se reúnam com facilidade e velocidade inéditas, embora ainda haja uma confusão relacionada ao valor da entrega de tecnologias sociais. Companhias e líderes de TI perspicazes não estão satisfeitos assistindo do lado de fora a essa mudança. Eles estão aprendendo sobre essa tendência social e sobre como seria possível explorar as possibilidades que as novas dinâmicas de relacionamento prometem.

Tendências centrais

Os artefatos que os usuários suprimem nas redes sociais oferecem um excelente insight. Já que as redes sociais se tornaram virais e terão mais de um bilhão de usuários em 2012, as empresas deveriam escavar esses dados para descobrir inteligências progressivas. O entusiasmo do usuário pode ser canalizado para áreas como inovação, geração de demanda, marketing, distribuição e serviço ao cliente.

Fornecedores de aplicações corporativas estão integrando ferramentas sociais aos seus produtos e a linha divisória entre ferramentas transacionais e ambientes sociais está desaparecendo. Embora a oportunidade de negócio esteja orientando algumas atividades e investimentos no social, o medo e a incerteza causam a inação ou, pior, uma tentativa de impedir o acesso do funcionário às redes sociais. Políticas prudentes e disciplina são necessárias agora, conforme as empresas posicionam suas apostas em um ambiente radicalmente distinto.

Soluções sociais são relevantes para funções corporativas além de marketing e serviço ao cliente. Há casos de uso de mídias sociais em diversas funções corporativas, tanto internas como externas.

À procura de inteligência social

As pessoas, por si próprias, estão se movimentando massivamente (cerca de 600 milhões) para tirar proveito das novas ferramentas sociais. Observe os bilhões de tuítes e adesões a redes sociais, assim como a explosão de blogs e visitas ao YouTube. Existem milhões de terabytes de dados na internet (cinco petapytes são adicionados diariamente) que refletem a atitudes, as intenções e as influências tanto de empresas como de consumidores. O acúmulo dessas conversas, comentários, avaliações e classificações estão sendo chamados por alguns de “inteligência social”. A natureza híbrida dos artefatos de dados, da rica mídia desestruturada, dificulta a exploração desse material, mas não a torna impossível. A organização de TI tem um desafio em mãos. Como oferecer liderança em reunião de inteligência e outros esforços para integrar essas atividades coletivas nos processos corporativos?

Pesquisas recentes sobre a procura de inteligência corporativa:

Permitir que o negócio funcione “socialmente”

Assim como a internet gerou um impacto disruptivo nos processos e modelos corporativos das organizações no começo da década, hoje as redes sociais estão alterando a forma como um negócio é conduzido.

As organizações precisam de uma estratégia que lhes permita capitalizar as dinâmicas de relacionamento das criadas pelas redes sociais. É a habilidade da mídia social de permitir uma rápida colaboração em massa que difere das gerações de tecnologia anteriores. A mídia social está introduzindo uma nova era de transparência e permitindo que apareçam estruturas sociais latentes. As redes sociais tem o poder de entregar uma nova categoria de informação baseada nas interações sociais. Esta informação pode ser usada para informar processos operacionais, facilitar o comprometimento dos funcionários, consumidores e parceiros corporativos, assim como criar oportunidades de negócio inovadoras.

Abrindo caminho às tecnologias

Tecnologias sociais estão evoluindo rapidamente e são entregues em várias configurações. Algumas soluções são oferecidas como soluções independentes, outras como elementos de suítes de colaboração social, e muitas estão disponíveis gratuitamente na nuvem. Fornecedores tradicionais de software estão integrando capacidades sociais às aplicações corporativas, como gerenciamento de relação com o cliente e gerenciamento de recursos humanos. Com o tempo, as fronteiras entre aplicações sociais e colaborativas e aplicações corporativas desaparecerá, e as atividades transacionais serão avolumadas por capacidades sociais. Estar preparado para essa transição requer que líderes corporativos e de TI considerem a totalidade das responsabilidades e atividades de um funcionário quando for planejar e priorizar investimentos em aplicações corporativas. Isso representa um significativo afastamento das práticas atuais, segundo as quais somente a função específica do empregado é considerada quando se avaliam necessidades de aplicações.

Tecnologias subjacentes estão escondidas nas ferramentas sociais. Os usuários de soluções publicamente disponíveis como Facebook ou Twitter, assim como usuários de soluções corporativas construídas com ferramentas como IBM Lotus Connections ou NewsGator, se preocupam com a tecnologia usada nas redes sociais tanto quanto se preocupam com a tecnologia usada para fazer o sistema de freio do seu carro funcionar. Os detalhes técnicos estão sendo rapidamente encobertos. O objetivo dos automóveis é o transporte. O objetivo das ferramentas sociais é conectar, relacionar e ser compreendida. Para os usuários, o importante é entender o que é possível e como usar diversos serviços e, principalmente, garantir que isso possa ser feito a partir de um smartphone.

Fundações

Apesar de um vasto número de executivos e líderes de TI use redes sociais e mídia social para uso pessoal, muitas empresas estão sofrendo para determinar a abordagem correta e o momento adequado para implantar soluções sociais corporativas. O mercado para tecnologias sociais está se expandindo rapidamente e evoluindo enquanto fornecedores tentam capitalizar investimentos corporativos, e essa atividade alimenta a tendência. Na maioria das empresas, há pouca coordenação de iniciativas sociais. Embora seja apropriado evitar a urgência para centralizar e controlar todos os elementos sociais há riscos associados com abordagens não gerenciadas. Para otimizar investimentos, competências e resultados, é essencial que as empresas estabeleçam uma compreensão compartilhada das tendências e ferramentas sociais, coordenem estratégias e iniciativas e incentive investimentos.

Ótima reportagem publicada no portal Mercado Ético sobre a sustentabilidade nas corporações.

Fabiano Ávila, do Instituto CarbonoBrasil

A voz do consumidor deve ter finalmente chegado às maiores companhias do planeta, pois 2010 marcou uma guinada na postura de muitas delas, que agora estão mais preocupadas do que nunca com o “zero”- desperdício zero, lixo zero e carbono zero.

Pelo menos foi o que constatou o relatório “The State of Green Business 2011″, publicado nesta quarta-feira (2) pelo Greenbiz Group.

O documento afirma que apesar das incertezas políticas e econômicas, principalmente nos Estados Unidos e em alguns países europeus, o setor privado percebeu que o caminho da sustentabilidade não é apenas uma opção de marketing, mas também uma oportunidade para ganhos.

“É difícil encontrar uma grande empresa que não esteja engajada de alguma forma com questões ambientais. Na realidade uma mudança dramática aconteceu com o mundo dos negócios: as companhias estão pensando mais a longo prazo sobre sustentabilidade – uma grande diferença das tradicionais ações pontuais. E mesmo com a economia mundial não indo bem, muitas delas dobraram seus esforços em atividades e compromissos com a sustentabilidade”, afirma Joel Makower, presidente do GreenBiz Group.


Alguns dos avanços mais significativos de 2010 segundo o relatório:

  • Gigantes acordaram para o “Verde”: Empresas com grande massa de consumidores, como Kraft, Procter & Gamble e Unilever, estão trazendo opções sustentáveis de seus produtos.
  • Companhias miram no “zero”: crescimento zero do lixo e desperdício viraram mantras empresariais.
  • Sustentabilidade na cadeia de produção: o uso de matérias-primas está muito mais criterioso, com as empresas evitando madeiras de origem duvidosa, por exemplo.
  • Padrões ganharam espaço: selos e certificados de qualidade de produtos e serviços estão mais valorizados do que nunca.
  • Reutilização de materiais: a reciclagem e o reaproveitamento estão mais presentes.
  • Redução do consumo da água e da energia: companhias chegam a premiar funcionários que tenham idéias que ajudem a poupar recursos.
  • Crescimento do bioplástico: novos materiais sustentáveis não encontram mais tanta resistência para serem adotados pelas companhias.
  • Mas nem tudo no State of Green Business 2011 é positivo, alguns dos indicadores retrocederam com relação aos anos anteriores.
  • A intensidade de carbono, ou seja, as emissões por unidade do PIB, cresceram depois de anos seguidos de declínio. Muito possivelmente isso se deu principalmente pela recusa do Senado norte-americano em aprovar a nova legislação climática e energética e pela falta de avanços concretos nas negociações internacionais sob a ONU.
  • O lixo eletrônico também segue uma preocupação. Apesar da reciclagem desse material ter aumentado, a quantidade de computadores e outros equipamentos eletrônicos jogados fora cresceu ainda mais.

“O que é encorajador é que está estabelecida uma tendência de mais investimentos e compromissos com uma economia sustentável e de baixo carbono. Apesar de muito ainda precisar melhorar, o setor privado promete apresentar cada vez dados mais significativos para o meio ambiente e clima”, concluiu Makower.

(Instituto CarbonoBrasil/Greenbiz)

Ótimo extraído do site Santender Empreendedor sobre a importância da organização para a produtividade.

Falta de organização, pouca concentração, centralização de atividades, segmentação excessiva do serviço e das responsabilidades, indefinição das prioridades, ausência de cronograma. Todos esses são elementos que minam a produtividade diária do empresário e que devem ser combatidos para que as pendências não se acumulem em sua mesa de trabalho.

Definição de produtividade Antes de saber como identificar como e onde esses vilões atuam no cotidiano da sua empresa, é interessante entender bem o conceito de produtividade. Pra começar, produtividade é um elemento quantitativo. Ou seja, possível de ser medido e, portanto, melhorado. Logo, é totalmente determinada por uma conjunção de fatores que a cercam. Para Julio Alencar, consultor especialista em produção do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo), produtividade não é fazer o máximo de coisas no menor intervalo de tempo. Trata-se, na verdade, de definir um objetivo, as tarefas necessárias para alcançá-lo, a forma como devem ser executadas, o prazo e, sobretudo, cumprir com o planejado. “É fazer o serviço no tempo certo, com a qualidade adequada e com o mínimo de esforço”, afirma Alencar. Dessa maneira, explica ele, não há comprometimento das tarefas nem da qualidade esperada. Afinal, ao aumentar – sem base em critérios – a velocidade de execução, a tendência é reduzir a qualidade do produto final.

Dicas para melhorar sua produtividade pessoal

  • Não subestime a importância do planejamento: para Alencar, todo empresário tem que acordar de manhã e saber o que deseja e precisa fazer. Ele explica que planejamento significa saber o que se quer fazer, como fazer e, efetivamente, fazer. Por isso, antes de começar a trabalhar é preciso saber onde se pretende chegar e o que é necessário fazer para alcançar a meta.
  • Crie (e monitore) um painel de indicadores: “Se você não mede, você não verifica”, ressalta David Kallas, professor do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa). A recomendação é manter num quadro – ou numa planilha eletrônica – entre dez e 15 indicadores, considerando os financeiros (faturamento, fluxo de caixa, despesas) e os de gestão (satisfação dos clientes, exposição de imagem na mídia, produtividade média dos funcionários). “Tem que ser um painel simples, mas que permita ao empresário se distanciar da rotina da empresa. Senão ele se torna refém do dia a dia”, alerta. Com os indicadores ele consegue atuar mais no aspecto estratégico, definindo metas, prioridades e cobrando resultados para cada um dos itens monitorados. O operacional fica na mão dos funcionários. “Quando consegue sair do operacional, consegue otimizar o tempo, desenvolver novos produtos, novos negócios e pensar no estratégico. Caso contrário, fica preso no dia a dia e a capacidade de faturamento e produção da empresa depende da produtividade pessoal dele. Ele vira o gargalo da empresa dele”, ressalta Kallas.
  • Liste todas as tarefas a serem realizadas: uma vez definido o objetivo principal, elenque todas as atividades menores que envolvem sua realização. Essa lista pode ser feita da forma como for mais conveniente ao empresário. Pode ser escrita à mão ou no computador. Mas é imprescindível que seja levada a sério, que fique sempre à mão e seja sempre olhada. “Não confie na sua memória. Até porque, toda hora aparecem coisas novas para fazer. Com uma lista de tarefas bem definida você consegue usar melhor o seu dia”, recomenda Alencar.
  • Defina prioridades para as tarefas: com a lista de tarefas do dia pronta, é hora de definir qual a importância de cada item e o que deve ser feito primeiro. Isso evita que atividades secundárias, que podem esperar mais para serem realizadas, tomem o espaço de tarefas mais urgentes.
  • Crie um cronograma com prazos: faça previsões de tempo realistas para a conclusão de cada tarefa. Não exagera nem para mais nem para menos sob o risco de comprometer a qualidade final e, é claro, toda a programação. Aliás, seja criterioso ao definir qual é a expectativa de qualidade. Há tarefas que não precisam, necessariamente, ser realizadas perfeitamente. Nesse caso, lembra Alencar, o ótimo é inimigo do bom e o mais importante é ser claro, prático e objetivo.
  • Segmente atividades muito complexas: nos casos em que a atividade levar tempo demais para ser concluída, pode ser interessante quebrar ela em partes menores. Além de mais fácil de administrar, diminui o risco de perder a concentração e o prazo de entrega.
  • Delegue tarefas que não sejam estratégicas (ou, aprenda a dizer não): é parte da função do gestor de uma micro ou pequena empresa identificar quais tarefas e funções ele pode delegar a funcionários. Isso envolve aprender a dizer não para si mesmo e a se concentrar no que é estratégico para a empresa. Segundo Rosalina Alves de Mesquita, professora do curso de administração da Universidade Presbiteriana Mackenzie, as pessoas apresentam tendência a centralizar demais. “Quando o empresário delega tarefas e dá mais autonomia às pessoas que trabalham com ele e mais flexibilidade para que também desenvolvam criatividade, isso torna o trabalho mais produtivo e mais atraente, evitando o modelo mais clássico de produção, com tarefas muito rotineiras”, aposta. Isso significa saber delegar. Ou seja, repassar atividades completas, em que o funcionário se sinta responsável pela realização completa de algo, não apenas de fragmentos. Rosalina acredita, ainda, que é uma forma de reconhecimento aumentar a responsabilidade dos funcionários, o que leva a ganho de produtividade por parte deles. Além disso, quando ele está ciente de todo o processo, evita-se a investigação de causas e responsáveis no caso de algum problema ocorrer.
  • Confronte resultados: após concluir cada uma das tarefas propostas, confronte os resultados obtidos com a programação feita inicialmente. “Essa é a parte mais interessante da programação”, considera Alencar ao afirmar que somente assim é possível saber quanto tempo está sobrando ou faltando e, dessa maneira, melhorar programações futuras.
  • Mantenha o foco: seja breve ao telefone. Quando estiver ocupado, se possível, não atenda. Além do tempo, perde-se também o foco na atividade que estava sendo realizada. Também é essencial manter a atenção com distrações como e-mail e internet. “Se abrir um e-mail, leia até o final e proceda com o que tem que ser feito. Se é pra ser respondido, responda. Se não, delete ou tire da caixa de entrada”, diz Alencar. Isso evita a procrastinação e a perda de foco no futuro, quando o e-mail voltar a ser aberto e marcado novamente como não lido. Em reuniões de trabalho, o recomendável é ter uma pauta do que será discutido e seguir a previsão à risca para evitar que tempo demais seja gasto com assuntos aleatórios.
  • Destrua os ladrões de concentração: descubra quais são e bloqueie os elementos que mais lhe tomam o tempo.
  • Seja organizado (e exija organização): manter a mesa organizada e os instrumentos de trabalho à mão poupa tempo precioso. Além disso, preserva a imagem da empresa, salienta Alencar. “A pior coisa é ligar para uma pizzaria e o atendente falar: só um instante que eu vou pegar uma caneta”, exemplifica.
  • Preste atenção no relógio biológico: nas primeiras horas da manhã é mais fácil lidar com tarefas que exigem mais concentração. Deixe esse momento para tomar decisões importantes. Depois do almoço, geralmente o ritmo é mais lento. Por isso, decida a alimentação a depender das tarefas que tem de ser feitas à tarde.
Daniela Khauaja especialista em marketing pela Western International University de Londres e coordenadora da área de marketing de pós-graduação da ESPM dá dica de leitura para os empreendedores no portal Exame.com.

Sem a intenção de fazer uma lista extensa de livros de marketing, vou indicar alguns que podem ser úteis para empreendedores. Ao elaborar uma lista de livros de marketing não é possível deixar de mencionar o maior autor da área nos últimos 40 anos: Philip Kotler. O livro Administração de Marketing é considerado a “bíblia” do assunto. A última edição traduzida não é tão recente, foi lançada em 2006.

Nos Estados Unidos já existe uma nova versão. Por isso, talvez valha a pena aguardar a tradução ou ler o mais recente Marketing 3.0, que trata da transformação do marketing à medida que os consumidores se tornam mais colaborativos, culturais e espirituais. Embora não tenha novos conceitos, a abordagem do livro é atual e reforça as tendências discutidas na semana passada.

Alguns livros são interessantes para estudar o tema com profundidade: Marketing Estratégico, de Cravens e Piercy, Estratégia de Marketing, de Ferrel e Hartline, e “Marketing Contemporâneo, de Boone e Kurtz. Os três livros também contam exemplos de empresas estrangeiras de pequeno e médio porte além das gigantes Apple, Procter & Gamble e Starbucks.

Se você busca maior foco no setor de serviços, recomendo os livros Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados, de Lovelock e Wirtz, e Princípios de marketing de serviços, de Hofman, Bateson, Ikeda e Campomar. Se o seu interesse é o marketing voltado para empresas (conhecido como BTB), um clássico é o livro de Hutt e Speh: Gestão de marketing em mercados industriais.

Apesar de serem estrangeiros quase todos os livros de marketing têm sido adaptados na tradução, ou seja, são incluídos exemplos e casos de empresas brasileiras mais próximas de nossa realidade. Recomendo sempre buscar edições recentes, pois embora os conceitos não mudem tão rapidamente a leitura fica muito mais rica se o texto for recheado com exemplos atuais.

Uma característica dos títulos é ter muitas páginas. Por isso, são usados como livros de consulta. Se o objetivo for elaborar um plano de marketing, sugiro buscar livros que explicitem cada etapa, como O plano de marketing, de Westwood, e Planos de marketing, de McDonald. Boa leitura!

Uma pesquisa realizada pela McKinsey revelou um aumento significativo na porcentagem de organizações que se utilizam de ferramentas web 2.0, tais como blogs e mídias sociais. De acordo com os respondentes destas empresas, a grande maioria disse estar recebendo benefícios mensuráveis, como marketing mais efetivo e acesso mais rápido ao conhecimento.

Em termos internos, os respondentes destacam que as tecnologias web 2.0 aumentaram a velocidade de acesso ao conhecimento, estão reduzindo custos dentro da organização e aumentando a satisfação dos empregados.

Em relação aos clientes, as ferramentas web 2.0 estariam aumentando a efetividade do marketing no que diz respeito ao conhecimento, consideração e lealdade a marca, além de reduzir custos da área e aumentar a satisfação do consumidor.

Para ver a pesquisa completa da McKinsey, clique aqui

A Revista B2B Magazine  –  www.b2bmagazine.com.br – publicou estas dicas para melhorar a segurança de dados de sua empresa.

Com base em uma pesquisa da Check Point que envolveu mais de 220 profissionais da área de segurança de TI, mais de 90% das empresas usam firewalls e soluções anti-vírus como a linha de frente para garantir a segurança de suas redes.Por outro lado, enquanto combatem ameaças tradicionais de segurança, as empresas também encontram uma nova geração de ameaças, com o crescimento de aplicativos para Web 2.0, dispositivos móveis e ataques personalizados, os quais aumentam bastante a complexidade da segurança.

A indústria constatou que um número cada vez maior de empresas percebe que a segurança deve ser tratada de forma mais estratégica do que nunca dentro da estrutura de TI e que a proteção precisa de uma abordagem baseada em camadas. Com isso, as empresas podem ser mais pró-ativas ao prevenir ameaças em sua rede, em vez de adotar medidas de proteção paliativas e pontuais.

A partir das suas pesquisas e informações colhidas de clientes, a Check Point prevê algumas mudanças interessantes, como:

Aplicativos Web 2.0 e mídia rica aumentam o número de downloads não autorizados, ataques mistos e furtos

Para empresas que enfrentam um volume maior de ameaças da internet, o ano de 2010 não foi diferente. Malware, ataques de phishing, cavalos de Tróia e key-loggers ainda são comuns, e continuam se multiplicando em aplicativos de internet. Ainda assim, a emergência de mais recursos de mídia rica em aplicativos para Web 2.0 e o crescimento dos dispositivos móveis deve aumentar o número de downloads não autorizados, além de uma combinação de ataques sofisticados e mistos. Por exemplo, os vídeos e links integrados das páginas de redes sociais já são frequentemente usados por hackers para divulgar malware. Quanto mais funcionários usam mídias ricas e aplicativos de Web 2.0 na empresa, sem a proteção adequada existe uma chance maior de expor a empresa a um ataque não-intencional.

Aumenta o número de empresas migrando para o Windows 7 e realizando avaliações de segurança

Hoje em dia, a migração para o Windows 7 é mais comum entre pequenas e médias empresas. Mas, de acordo com a pesquisa da Check Point, 7% das empresas já fizeram a mudança, e 54% devem migrar seus sistemas nos próximos dois anos.  Além disso, as empresas usam cerca de nove fornecedores diferentes para proteger a infra-estrutura de sua empresa, da rede ao terminal, dificultando o gerenciamento da segurança, reduzindo a produtividade e criando possíveis brechas entre os vários produtos.  A migração para o Windows 7 pode ser uma oportunidade para muitas empresas de analisar o número de fornecedores de produtos de segurança e decidir consolidar as soluções de segurança. Uma vez que o Windows 7 representa um novo começo para o SO, ele também pode ser um novo começo para a tecnologia de segurança.

A virtualização como defesa

Antigamente, a virtualização era usada para consolidar servidores e recursos de TI para economizar custos, espaço e energia, e desde então diversos usos e aplicativos foram descobertos. As empresas estão começando a aproveitar mais das tecnologias de virtualização como uma nova camada de segurança. Existem soluções no mercado que protegem a rede e os terminais corporativos com uma tecnologia única de virtualização do navegador que seleciona e retém os dados corporativos da Internet – dessa forma, o usuário pode navegar completamente protegido contra downloads não autorizados, tentativas de phishing e malware.

O aumento de funcionários móveis e a consumerização de TI

Os computadores móveis deixaram de ser uma tendência e hoje representam um estilo de vida para a maioria das empresas. Cerca de 54% das empresas da pesquisa prevêem um aumento do número de usuários remotos em 2011. Uma parte desse crescimento é baseado no fato que muitos funcionários precisam de acesso remoto a aplicativos corporativos, dados e recursos a partir de dispositivos pessoais ou da empresa.

Outra preocupação para a maioria das empresas é que o aumento de usuários remotos vai expor dados sensíveis – além de outras ameaças de segurança que incluem acesso não autorizado à rede e maior complexidade para administrar usuários. Em 2011, os hackers encontrarão novos meios de obter dados de dispositivos móveis, incentivando as empresas a adotarem novas soluções que oferecem o acesso móvel seguro à rede corporativa e que são compatíveis com dispositivos móveis em plataformas da Apple, Android, Symbian e Windows PC.

Acidentes e a perda de dados incentivam as empresas a implementar soluções de segurança em camadas

Depois do vazamento de milhares de documentos confidenciais norte-americanos para a WikiLeaks, uma organização de mídia internacional e sem fins lucrativos, as empresas precisam se esforçar mais para proteger seus dados sensíveis. O caso da WikiLeaks é apenas outro lembrete de que uma abordagem holística e em camadas é importante para prevenir ao invés de detectar a perda de dados.

Em 2011, as empresas devem procurar métodos para proteger todas as camadas, incluindo as de dados parados, dados em movimento e dados em uso.