Ótimo extraído do site Santender Empreendedor sobre a importância da organização para a produtividade.

Falta de organização, pouca concentração, centralização de atividades, segmentação excessiva do serviço e das responsabilidades, indefinição das prioridades, ausência de cronograma. Todos esses são elementos que minam a produtividade diária do empresário e que devem ser combatidos para que as pendências não se acumulem em sua mesa de trabalho.

Definição de produtividade Antes de saber como identificar como e onde esses vilões atuam no cotidiano da sua empresa, é interessante entender bem o conceito de produtividade. Pra começar, produtividade é um elemento quantitativo. Ou seja, possível de ser medido e, portanto, melhorado. Logo, é totalmente determinada por uma conjunção de fatores que a cercam. Para Julio Alencar, consultor especialista em produção do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo), produtividade não é fazer o máximo de coisas no menor intervalo de tempo. Trata-se, na verdade, de definir um objetivo, as tarefas necessárias para alcançá-lo, a forma como devem ser executadas, o prazo e, sobretudo, cumprir com o planejado. “É fazer o serviço no tempo certo, com a qualidade adequada e com o mínimo de esforço”, afirma Alencar. Dessa maneira, explica ele, não há comprometimento das tarefas nem da qualidade esperada. Afinal, ao aumentar – sem base em critérios – a velocidade de execução, a tendência é reduzir a qualidade do produto final.

Dicas para melhorar sua produtividade pessoal

  • Não subestime a importância do planejamento: para Alencar, todo empresário tem que acordar de manhã e saber o que deseja e precisa fazer. Ele explica que planejamento significa saber o que se quer fazer, como fazer e, efetivamente, fazer. Por isso, antes de começar a trabalhar é preciso saber onde se pretende chegar e o que é necessário fazer para alcançar a meta.
  • Crie (e monitore) um painel de indicadores: “Se você não mede, você não verifica”, ressalta David Kallas, professor do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa). A recomendação é manter num quadro – ou numa planilha eletrônica – entre dez e 15 indicadores, considerando os financeiros (faturamento, fluxo de caixa, despesas) e os de gestão (satisfação dos clientes, exposição de imagem na mídia, produtividade média dos funcionários). “Tem que ser um painel simples, mas que permita ao empresário se distanciar da rotina da empresa. Senão ele se torna refém do dia a dia”, alerta. Com os indicadores ele consegue atuar mais no aspecto estratégico, definindo metas, prioridades e cobrando resultados para cada um dos itens monitorados. O operacional fica na mão dos funcionários. “Quando consegue sair do operacional, consegue otimizar o tempo, desenvolver novos produtos, novos negócios e pensar no estratégico. Caso contrário, fica preso no dia a dia e a capacidade de faturamento e produção da empresa depende da produtividade pessoal dele. Ele vira o gargalo da empresa dele”, ressalta Kallas.
  • Liste todas as tarefas a serem realizadas: uma vez definido o objetivo principal, elenque todas as atividades menores que envolvem sua realização. Essa lista pode ser feita da forma como for mais conveniente ao empresário. Pode ser escrita à mão ou no computador. Mas é imprescindível que seja levada a sério, que fique sempre à mão e seja sempre olhada. “Não confie na sua memória. Até porque, toda hora aparecem coisas novas para fazer. Com uma lista de tarefas bem definida você consegue usar melhor o seu dia”, recomenda Alencar.
  • Defina prioridades para as tarefas: com a lista de tarefas do dia pronta, é hora de definir qual a importância de cada item e o que deve ser feito primeiro. Isso evita que atividades secundárias, que podem esperar mais para serem realizadas, tomem o espaço de tarefas mais urgentes.
  • Crie um cronograma com prazos: faça previsões de tempo realistas para a conclusão de cada tarefa. Não exagera nem para mais nem para menos sob o risco de comprometer a qualidade final e, é claro, toda a programação. Aliás, seja criterioso ao definir qual é a expectativa de qualidade. Há tarefas que não precisam, necessariamente, ser realizadas perfeitamente. Nesse caso, lembra Alencar, o ótimo é inimigo do bom e o mais importante é ser claro, prático e objetivo.
  • Segmente atividades muito complexas: nos casos em que a atividade levar tempo demais para ser concluída, pode ser interessante quebrar ela em partes menores. Além de mais fácil de administrar, diminui o risco de perder a concentração e o prazo de entrega.
  • Delegue tarefas que não sejam estratégicas (ou, aprenda a dizer não): é parte da função do gestor de uma micro ou pequena empresa identificar quais tarefas e funções ele pode delegar a funcionários. Isso envolve aprender a dizer não para si mesmo e a se concentrar no que é estratégico para a empresa. Segundo Rosalina Alves de Mesquita, professora do curso de administração da Universidade Presbiteriana Mackenzie, as pessoas apresentam tendência a centralizar demais. “Quando o empresário delega tarefas e dá mais autonomia às pessoas que trabalham com ele e mais flexibilidade para que também desenvolvam criatividade, isso torna o trabalho mais produtivo e mais atraente, evitando o modelo mais clássico de produção, com tarefas muito rotineiras”, aposta. Isso significa saber delegar. Ou seja, repassar atividades completas, em que o funcionário se sinta responsável pela realização completa de algo, não apenas de fragmentos. Rosalina acredita, ainda, que é uma forma de reconhecimento aumentar a responsabilidade dos funcionários, o que leva a ganho de produtividade por parte deles. Além disso, quando ele está ciente de todo o processo, evita-se a investigação de causas e responsáveis no caso de algum problema ocorrer.
  • Confronte resultados: após concluir cada uma das tarefas propostas, confronte os resultados obtidos com a programação feita inicialmente. “Essa é a parte mais interessante da programação”, considera Alencar ao afirmar que somente assim é possível saber quanto tempo está sobrando ou faltando e, dessa maneira, melhorar programações futuras.
  • Mantenha o foco: seja breve ao telefone. Quando estiver ocupado, se possível, não atenda. Além do tempo, perde-se também o foco na atividade que estava sendo realizada. Também é essencial manter a atenção com distrações como e-mail e internet. “Se abrir um e-mail, leia até o final e proceda com o que tem que ser feito. Se é pra ser respondido, responda. Se não, delete ou tire da caixa de entrada”, diz Alencar. Isso evita a procrastinação e a perda de foco no futuro, quando o e-mail voltar a ser aberto e marcado novamente como não lido. Em reuniões de trabalho, o recomendável é ter uma pauta do que será discutido e seguir a previsão à risca para evitar que tempo demais seja gasto com assuntos aleatórios.
  • Destrua os ladrões de concentração: descubra quais são e bloqueie os elementos que mais lhe tomam o tempo.
  • Seja organizado (e exija organização): manter a mesa organizada e os instrumentos de trabalho à mão poupa tempo precioso. Além disso, preserva a imagem da empresa, salienta Alencar. “A pior coisa é ligar para uma pizzaria e o atendente falar: só um instante que eu vou pegar uma caneta”, exemplifica.
  • Preste atenção no relógio biológico: nas primeiras horas da manhã é mais fácil lidar com tarefas que exigem mais concentração. Deixe esse momento para tomar decisões importantes. Depois do almoço, geralmente o ritmo é mais lento. Por isso, decida a alimentação a depender das tarefas que tem de ser feitas à tarde.
Daniela Khauaja especialista em marketing pela Western International University de Londres e coordenadora da área de marketing de pós-graduação da ESPM dá dica de leitura para os empreendedores no portal Exame.com.

Sem a intenção de fazer uma lista extensa de livros de marketing, vou indicar alguns que podem ser úteis para empreendedores. Ao elaborar uma lista de livros de marketing não é possível deixar de mencionar o maior autor da área nos últimos 40 anos: Philip Kotler. O livro Administração de Marketing é considerado a “bíblia” do assunto. A última edição traduzida não é tão recente, foi lançada em 2006.

Nos Estados Unidos já existe uma nova versão. Por isso, talvez valha a pena aguardar a tradução ou ler o mais recente Marketing 3.0, que trata da transformação do marketing à medida que os consumidores se tornam mais colaborativos, culturais e espirituais. Embora não tenha novos conceitos, a abordagem do livro é atual e reforça as tendências discutidas na semana passada.

Alguns livros são interessantes para estudar o tema com profundidade: Marketing Estratégico, de Cravens e Piercy, Estratégia de Marketing, de Ferrel e Hartline, e “Marketing Contemporâneo, de Boone e Kurtz. Os três livros também contam exemplos de empresas estrangeiras de pequeno e médio porte além das gigantes Apple, Procter & Gamble e Starbucks.

Se você busca maior foco no setor de serviços, recomendo os livros Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados, de Lovelock e Wirtz, e Princípios de marketing de serviços, de Hofman, Bateson, Ikeda e Campomar. Se o seu interesse é o marketing voltado para empresas (conhecido como BTB), um clássico é o livro de Hutt e Speh: Gestão de marketing em mercados industriais.

Apesar de serem estrangeiros quase todos os livros de marketing têm sido adaptados na tradução, ou seja, são incluídos exemplos e casos de empresas brasileiras mais próximas de nossa realidade. Recomendo sempre buscar edições recentes, pois embora os conceitos não mudem tão rapidamente a leitura fica muito mais rica se o texto for recheado com exemplos atuais.

Uma característica dos títulos é ter muitas páginas. Por isso, são usados como livros de consulta. Se o objetivo for elaborar um plano de marketing, sugiro buscar livros que explicitem cada etapa, como O plano de marketing, de Westwood, e Planos de marketing, de McDonald. Boa leitura!

Uma pesquisa realizada pela McKinsey revelou um aumento significativo na porcentagem de organizações que se utilizam de ferramentas web 2.0, tais como blogs e mídias sociais. De acordo com os respondentes destas empresas, a grande maioria disse estar recebendo benefícios mensuráveis, como marketing mais efetivo e acesso mais rápido ao conhecimento.

Em termos internos, os respondentes destacam que as tecnologias web 2.0 aumentaram a velocidade de acesso ao conhecimento, estão reduzindo custos dentro da organização e aumentando a satisfação dos empregados.

Em relação aos clientes, as ferramentas web 2.0 estariam aumentando a efetividade do marketing no que diz respeito ao conhecimento, consideração e lealdade a marca, além de reduzir custos da área e aumentar a satisfação do consumidor.

Para ver a pesquisa completa da McKinsey, clique aqui

A Revista B2B Magazine  -  www.b2bmagazine.com.br – publicou estas dicas para melhorar a segurança de dados de sua empresa.

Com base em uma pesquisa da Check Point que envolveu mais de 220 profissionais da área de segurança de TI, mais de 90% das empresas usam firewalls e soluções anti-vírus como a linha de frente para garantir a segurança de suas redes.Por outro lado, enquanto combatem ameaças tradicionais de segurança, as empresas também encontram uma nova geração de ameaças, com o crescimento de aplicativos para Web 2.0, dispositivos móveis e ataques personalizados, os quais aumentam bastante a complexidade da segurança.

A indústria constatou que um número cada vez maior de empresas percebe que a segurança deve ser tratada de forma mais estratégica do que nunca dentro da estrutura de TI e que a proteção precisa de uma abordagem baseada em camadas. Com isso, as empresas podem ser mais pró-ativas ao prevenir ameaças em sua rede, em vez de adotar medidas de proteção paliativas e pontuais.

A partir das suas pesquisas e informações colhidas de clientes, a Check Point prevê algumas mudanças interessantes, como:

Aplicativos Web 2.0 e mídia rica aumentam o número de downloads não autorizados, ataques mistos e furtos

Para empresas que enfrentam um volume maior de ameaças da internet, o ano de 2010 não foi diferente. Malware, ataques de phishing, cavalos de Tróia e key-loggers ainda são comuns, e continuam se multiplicando em aplicativos de internet. Ainda assim, a emergência de mais recursos de mídia rica em aplicativos para Web 2.0 e o crescimento dos dispositivos móveis deve aumentar o número de downloads não autorizados, além de uma combinação de ataques sofisticados e mistos. Por exemplo, os vídeos e links integrados das páginas de redes sociais já são frequentemente usados por hackers para divulgar malware. Quanto mais funcionários usam mídias ricas e aplicativos de Web 2.0 na empresa, sem a proteção adequada existe uma chance maior de expor a empresa a um ataque não-intencional.

Aumenta o número de empresas migrando para o Windows 7 e realizando avaliações de segurança

Hoje em dia, a migração para o Windows 7 é mais comum entre pequenas e médias empresas. Mas, de acordo com a pesquisa da Check Point, 7% das empresas já fizeram a mudança, e 54% devem migrar seus sistemas nos próximos dois anos.  Além disso, as empresas usam cerca de nove fornecedores diferentes para proteger a infra-estrutura de sua empresa, da rede ao terminal, dificultando o gerenciamento da segurança, reduzindo a produtividade e criando possíveis brechas entre os vários produtos.  A migração para o Windows 7 pode ser uma oportunidade para muitas empresas de analisar o número de fornecedores de produtos de segurança e decidir consolidar as soluções de segurança. Uma vez que o Windows 7 representa um novo começo para o SO, ele também pode ser um novo começo para a tecnologia de segurança.

A virtualização como defesa

Antigamente, a virtualização era usada para consolidar servidores e recursos de TI para economizar custos, espaço e energia, e desde então diversos usos e aplicativos foram descobertos. As empresas estão começando a aproveitar mais das tecnologias de virtualização como uma nova camada de segurança. Existem soluções no mercado que protegem a rede e os terminais corporativos com uma tecnologia única de virtualização do navegador que seleciona e retém os dados corporativos da Internet – dessa forma, o usuário pode navegar completamente protegido contra downloads não autorizados, tentativas de phishing e malware.

O aumento de funcionários móveis e a consumerização de TI

Os computadores móveis deixaram de ser uma tendência e hoje representam um estilo de vida para a maioria das empresas. Cerca de 54% das empresas da pesquisa prevêem um aumento do número de usuários remotos em 2011. Uma parte desse crescimento é baseado no fato que muitos funcionários precisam de acesso remoto a aplicativos corporativos, dados e recursos a partir de dispositivos pessoais ou da empresa.

Outra preocupação para a maioria das empresas é que o aumento de usuários remotos vai expor dados sensíveis – além de outras ameaças de segurança que incluem acesso não autorizado à rede e maior complexidade para administrar usuários. Em 2011, os hackers encontrarão novos meios de obter dados de dispositivos móveis, incentivando as empresas a adotarem novas soluções que oferecem o acesso móvel seguro à rede corporativa e que são compatíveis com dispositivos móveis em plataformas da Apple, Android, Symbian e Windows PC.

Acidentes e a perda de dados incentivam as empresas a implementar soluções de segurança em camadas

Depois do vazamento de milhares de documentos confidenciais norte-americanos para a WikiLeaks, uma organização de mídia internacional e sem fins lucrativos, as empresas precisam se esforçar mais para proteger seus dados sensíveis. O caso da WikiLeaks é apenas outro lembrete de que uma abordagem holística e em camadas é importante para prevenir ao invés de detectar a perda de dados.

Em 2011, as empresas devem procurar métodos para proteger todas as camadas, incluindo as de dados parados, dados em movimento e dados em uso.


Ótimo post de Christian Barbosa no blog da HSM Management.

 

Já falei da importância de se ter uma lista do que não deve ser feito em diversos artigos e posts. No livro Mais Tempo Mais Dinheiro, dedicamos um capítulo inteiro a esse tema.

Na última ExpoManagement o Jim Collins, considerado o sucessor de Peter Drucker, falou que todos os CEOs deveriam ter essa lista de coisas a serem eliminadas do seu tempo.

 

Para um empreendedor/diretor ter isso muito claro é vital. Aproveitando que o ano está começando, selecionei alguns itens que poderiam ser pensados para compor essa lista:

1 – Atividades operacionais: Se você fica o tempo todo em atividades operacionais, você trabalha “NO” negócio e não “O” negócio de forma mais ampla. Talvez esse modele esteja impedindo a empresa de crescer, de descentralizar decisões ou até de permitir que você tenha mais tempo para sua vida.

Como sugestão, se você usar o Neotriad ou o MS Outlook, pode classificar essas tarefas como circunstanciais ou colocar uma categoria específica. Depois, analise sempre a semana anterior, para ter uma clareza do que anda acontecendo.

2 – Reuniões sem objetivo definido: Quantas reuniões participamos por conveniência ou porque simplesmente não queremos dizer não? Eu só tenho agendado reuniões que tenham um resultado claro para mim, todas as outras eu corto ou mudo o meio (Skype ao invés de presencial).

3 – Pular de ideia em ideia: Empreendedor parece que tem adrenalina em excesso, já reparou? Muitos são tão frenéticos no dia-a-dia, que ao primeiro sinal de uma ideia, já largam tudo e saem fazendo. No final, muito tempo perdido e pouco resultado prático. Seja mais seletivo, saiba diferenciar oportunidades de perdas de tempo.

4 – Controlar o horário da equipe: Se você tem essa mania de controlar se seu assistente chegou às 8h ou 8h10, fique sócio da Dimep, que é uma indústria de relógios de ponto! Controle resultados, projetos, entregas e não horários de forma minuciosa. Cada vez mais o horário será coisa do passado. Com trânsito, enchentes, internet, precisamos ser flexíveis. Se a pessoa funciona melhor chegando às 10h e saindo às 20h, porque não ser mais flexível?

5 – Adiar férias: Relaxar é um item que precisa ser priorizado e não deixado de lado! Trabalhar freneticamente, sem pausas, mata sua produtividade, sua criatividade e deixa você mais chato. Tire férias curtas (3 a 5 dias) e várias vezes ao ano, o resultado é melhor.

6 – Atender alguns clientes: Se o cliente não gera lucro (não disse faturamento), não gera resultados, não ajuda a equipe e tira sua paz, talvez esse cliente não seja um cliente para você. Corta, cancela o contrato, nem pensa muito.

E você, o que acha que precisa parar de fazer para sua empresa e/ou sua vida começar a evoluir?

 

 

O ano de 2011 já começou cheio de expectativas e promessas de crescimento. Para aqueles que desejam saber quais as profissões estarão em alta neste novo ano e quais as áreas estarão investindo mais em contratações, a revista Época Negócios mostra os setores promissores que estão carentes em mão de obra e as características dos profissionais de sucesso. Fique atento, as áreas de inovação e tecnologia estão no topo.

 

Clique aqui e veja matéria completa.

Se você está interessado em saber mais sobre as tendências no mercado mundial, o site Trendwatching.com fornece, mensalmente, briefing com as tendências e novidades nos mais diversos setores da economia mundial.

Aproveite e fique ligado no que está acontecendo !


Steve Blank, professor e autor, em ótimo vídeo sobre o que faz um empreendedor ter sucesso.

Você pode ver o vídeo clicando aqui.

Fonte: Revista Exame

 

A FINEP, que financia projetos inovadores, abriu as inscrições para que empreendedores participem da 19ª edição do Venture Forum FINEP. Na ocasião, os empresários terão a chance de apresentar suas idéias de negócios aos principais investidores do país.

O evento, realizado em parceria com ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital), está programado para acontecer entre os dias 11 e 12 de abril, em São Paulo. Na mesma data ocorre o Congresso Anual da ABVCAP.

O encontro, realizado desde 2000, já beneficiou 50 empresas brasileiras de base tecnológica e viabilizou mais de 160 milhões de reais em investimentos.

Para participar da seleção, as startups serão analisadas sob os seguintes aspectos: tecnologia, inovação, produtos e processos de produção diferenciados, situação de mercado, retorno financeiro e condições de saída do investidor. As áreas prioritárias buscadas são tecnologia da informação, biotecnologia, saúde, química, energia, meio-ambiente, máquinas e equipamentos e automação.

Depois do cadastro no portal da FINEP, as empresas serão selecionadas e farão uma apresentação a analistas da instituição e gestores. Em seguida, as classificadas passarão por dois meses de preparação com profissionais da área de venture capital e private equity. Esse treinamento prepara as empresas para o dia do evento, quando terão que fazer uma palestra para os investidores.

 

Extraído do site Pequenas Empresas Grandes Negócios

1) IDEIA

Em primeiro lugar, a Lei de Propriedade Industrial (LPI) exclui de proteção como invenção e como modelo de utilidade uma série de ações, criações, ideias, atividades intelectuais, descobertas científicas, métodos ou inventos que não possam ser industrializados, tais como:

- Técnicas cirúrgicas ou terapêuticas aplicadas sobre o corpo humano;
- Planos, esquemas ou técnicas comerciais de cálculos, de financiamento, de crédito, de sorteio, de especulação e propaganda;
- Planos de assistência médica, de seguros, esquema de descontos em lojas e também os métodos de ensino, plantas de arquitetura, obras de arte, músicas, livros e filmes, assim como apresentações de informações, tais como cartazes e etiquetas com o retrato do dono;
- Ideias abstratas, descobertas científicas, métodos matemáticos ou inventos que não possam ser industrializados.

2) CUSTO

Nas solicitações de Patente de Invenção (PI) ou Modelo de Utilidade (MU), a taxa de depósito para pessoas naturais; microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas assim definidas em lei; instituições de ensino e pesquisa; entidades sem fins lucrativos, órgãos públicos e Microempreendedor Individual (RETRIBUIÇÃO 2) é de R$ 80 (código 200). Para pessoas jurídicas (RETRIBUIÇÃO 1), o valor é de R$ 200 (código 200).

O pedido de exame de PI para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2 é de R$ 200 (código 203) com até 10 reivindicações. Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 500 (código 203). O PRAZO PARA PEDIR O EXAME É DE ATÉ 36 MESES CONTADOS DA DATA DE DEPÓSITO.

O pedido de exame de MU para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2 é de R$ 128 (código 204). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 320 (código 204). O PRAZO PARA PEDIR O EXAME É DE ATÉ 36 MESES CONTADOS DA DATA DE DEPÓSITO.

A anuidade de pedido de PI no prazo ordinário, no SEGUNDO ANIVERSÁRIO DE DEPÓSITO, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, é de R$ 100 (código 220). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 250 (código 220). No prazo extraordinário, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, o valor é de R$ 200 (código 221). Para pessoas jurídicas, o custo é de R$ 500 (código 221).

A anuidade de pedido de MU no prazo ordinário, no SEGUNDO ANIVERSÁRIO DE DEPÓSITO, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, é de R$ 70 (código 240). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 170 (código 240). No prazo extraordinário, para as pessoas especificadas na RETRIBUIÇÃO 2, o valor é de R$ 135 (código 241). Para pessoas jurídicas, o valor é de R$ 340 (código 241).

A anuidade continua sendo paga, com outros valores, até o fim da validade da patente.

Para mais informações, favor observar a Tabela de Retribuição de Serviços da Diretoria de Patentes, localizada dentro da opção “Patentes”, “O que é patente?”, “Custos Básicos”, no canto esquerdo de sua tela na página principal do INPI na Internet.
3) PESSOA FÍSICA

O próprio interessado, pessoa física ou não, pode depositar um pedido de patente junto ao INPI. Para tanto, é fundamental que se observe os Atos Normativos, em especial o Ato Normativo 127/97, que pode ser facilmente localizado dentro do Portal do INPI na opção “Patentes”, “Legislação Patente” . Aconselha-se ainda a análise da Lei da Propriedade Industrial – Lei nº 9.279/96.

Nossos serviços são pagos mediante retribuições que são efetuadas com a retirada da “Guia de Recolhimento da União”, que se encontra no Portal do INPI dentro do item “Serviços”, “Acesso ao sistema de Guia de Recolhimento da União”. Basta somente que o usuário cadastre-se, gerando senha e login para a retirada da guia que poderá ser paga em qualquer agência bancária. No Portal do INPI, você também encontra a documentação necessária.

O pedido pode ser feito na sede do Instituto, no Rio de Janeiro, ou na representação da Autarquia nas outras capitais do Brasil.

4) PRAZO

O tempo entre o depósito de um pedido de patentes e a concessão do privilégio está levando, em média, 9,3 anos. No entanto, lembre-se que o depositante ou qualquer interessado tem até 3 anos para pedir o exame do seu pedido de patente. Antes dess pedido de exame o INPI não poderá examinar o referido pedido.

Hoje, em média, tem-se levado 2,5 anos para os depositantes solicitarem o exame de seus pedidos. Nesse caso, o tempo real de exame seria de 6,8 anos entre o pedido de exame e concessão da carta patente.

O INPI ainda considera esse prazo grande. Por isso, o Instituto pretende, com as medidas internas que estão sendo implantadas, reduzir o prazo de 9,3 anos para 6 anos, em um primeiro momento. Essas medidas incluem, por exemplo, o processamento eletrônico de patentes e, posteriormente, o depósito via internet, como feito hoje na área de marcas.

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